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domingo, 11 de novembro de 2018

O caso Silvano

Há uns 16 anos atrás eu dava aulas de uma disciplina em que a professora responsável exigia ter conhecimento das presenças dos alunos.
Então, passava uma folha pela sala para todos os alunos assinarem.
Numa das primeiras aulas notei que o número de nomes excedia o número de pessoas na sala, ... incluindo eu.

Eu deixei a folha numa cadeira e disse:
"Se o número de assinaturas não corresponder ao número de pessoas aqui dentro, sem contar comigo, marco falta a toda a gente."

Voltei-me para o quadro, escrevi um exercício e notei que a folha desapareceu.
Depois de resolvido e explicado o exercício, voltei a olhar para a cadeira.
Recolhi a folha, vi alguns nomes riscados. E de facto o número de alunos já coincidia com o de assinaturas.

Falam-me de 'virgens ofendidas'... no caso Silvano em que uma deputada do PSD marcou presença por um colega que faltou...
 A minha credibilidade na Assembleia da República portuguesa continua a baixar.

domingo, 10 de setembro de 2017

Tenho o meu nome num pdf do Tribunal de Contas...

"O seu nome consta de uma lista pública do Tribunal de Contas de pessoas que receberam pagamentos indevidos..." - disseram-me na cara, durante uma entrevista de emprego algures entre 2014 e 2015.
Obviamente, não fiquei com o emprego!
Fui apanhado de surpresa. O meu desconhecimento sobre o assunto era total!
Fui para a Internet googlar o meu nome, números dos meus cartões, até perceber o que se passava.
Sim...também para minha surpresa, era verdade! O meu nome está num pdf com uma lista !
Durante os meus tempos de assistente estagiário na Universidade da Madeira, foi-me pago um subsídio (subsídio de insularidade) a que eu não tinha direito.
 (?! Hã ?! Sabia eu lá que não tinha direito... Isso não deve ser do conhecimento de quem me paga? Sou formado em Matemática, não em direito! )
Nunca fui contactado pelas autoridades nem pela Universidade sobre o assunto!
Descobri numa entrevista de emprego!
O mesmo documento informa que o caso estava prescrito, e que portanto, nem eu nem nenhum dos nomes dessa lista teria de restituir o dinheiro recebido a mais.
Fiquei chateado. Como foi possível o meu nome ir parar a um documento público, que se encontra facilmente na Internet, a colocar-me num cenário do qual nunca me foi dado conhecimento nem pelo Tribunal de Contas nem pela Universidade?
Isto é legal sequer?
Ser informado NUMA ENTREVISTA DE EMPREGO?

Quando uma pessoa pensa que já passou por tudo...
Fiquei mesmo foi com a impressão que estavam à procura de uma razão para não me contratar...
Mas fogo... isto não se faz!
Até hoje ainda não recebi um único contacto oficial sobre o assunto.
E pronto, continuo dando explicações para sobreviver... depois desta experiência desisti de mandar currículos.
PS:
  • Como podem confirmar, no link para o tal pdf com a tal "lista pública" (na verdade, o resultado de uma auditoria), dessa lista constam os nomes de todo o pessoal docente e não docente da Universidade da Madeira, durante o período de vários anos. Não sou o único listado. Considero um abuso e uma violação esta lista ser pública havendo pessoas que que dela constam (como eu) que nem foram oficialmente informadas!
  • Foi só mais uma vez que fui lixado por decisões tomadas por pessoas da Universidade da Madeira (se calhar vão querer convencer-me que não me informar foi um lapso... aquele pdf tem 3 anos!!! Eu saí da UMa há 13! )
  • Porque publiquei isto agora? Tentei sem sucesso que a lista não aparecesse quando pesquisavam o meu nome, para evitar conclusões erradas ou situações como a descrita no texto. Não tendo conseguido (alguns explicandos encontraram o pdf online), optei por contar a minha versão da história

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Ignorância, imunidade e corrupção no ensino em tempo de "democracia"

Depois de anos com blogs, a passear em redes sociais, ganha-se alguma imunidade a comentários estúpidos.
Claro que ninguém está para ir para uma rede social ser insultado, ou ver idiotas a falar sem conhecimento, ou a usar palpites como se fossem "a verdade".
Na verdade as pessoas não querem saber da verdade para nada.
Querem é 'ter razão'!

Assim sendo, este século XXI começa a tornar-se preocupante.
Pessoas sem o mínimo conhecimento científico, afirmam que a Terra é plana, que o homem nunca foi à Lua, e negam evidências científicas que até lhes permitem por exemplo, estar na Internet a dizer tais barbaridades.

A culpa não é bem delas. A culpa é de uma deficiente formação científica e dos pseudo-intelectuais que o permitiram.
O meu objectivo aqui, não é apontar dedos, mas é necessário saber o que se passou, como se passou e quem foram os responsáveis, para que se possam corrigir erros, e evitar que se repitam.

Situações como a que vivi, em que em mestrado tive um professor a dizer-me na cara que o meu correctíssimo trabalho "estava errado porque ele tinha mais experiência do que eu"... não podem voltar a acontecer no futuro nem em lado nenhum.
É muito fácil tomar a palavra de um professor contra a de um aluno, mas os professores são humanos, e cometem erros. Recordo que já dei aulas...

Alguns até vigarizam e corrompem o sistema para não serem detectados!
(O primeiro a dizer que não, é mentiroso: eu assisti a alguns "actos criminosos", e por várias vezes denunciei... mesmo por falar de certos assuntos aqui no blog já tentaram intimidar-me! A sério!)

Em Matemática,a linguagem da ciência, o certo ou errado tem de se basear em argumentos bem sólidos! Estar "certo" ou "errado" porque A, B, ou C afirmaram, é um argumento inválido! Estar "certo" ou "errado" porque foi mostrado, e toda a gente pode ver a prova, por outro lado...

E repito: por mais chato que seja, eu não posso esquecer, nem deixar de trazer o assunto de volta de vez em quando... pelo menos até o sistema começar a fazer rolar cabeças, em vez de deixar esses senhores impunes ou em posição de voltar a fazer o mesmo ou pior!

Algo continua bem podre no ensino... desde o século passado!
Revoltante!

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Burlonha, terra académica dos burlões

Lembro-me de entrar numa sala de aula e o programa da disciplina ser menos de 50% semelhante ao que me foi apresentado aquando da candidatura. Isso aconteceu porque o professor que fez o programa original, não era o professor responsável pela disciplina. Isto não foi um caso isolado... mas sim, quase a norma!
Pensei que depois de vários episódios desonestos na licenciatura – de onde destaco, disciplinas escolhidas pela universidade, classificadas na minha documentação como 'opções', ou um seminário que o professor transformou na cadeira que lhe apeteceu e deu notas sem uma avaliação objectiva –, que estava a entrar num sítio objectivo e honesto...

Mas isso não aconteceu. Nem sequer tive sorte com o sítio onde fiquei alojado (Em 2006 não haviam residências para alunos de mestrado)...
Coordenadores de mestrado que preferiam estar fazer outra coisa qualquer, e que chegaram a me dizer alguns sérios disparates.
Ouvi uns (disparates) giros sobre 'as minhas' opções na licenciatura... opções, que como referi acima, não foram minhas!
Veio o processo de Bolonha, ou como prefiro chamar, de 'Burlonha', ou 'Borlonha'... e novos programas, mais uma vez significativamente diferentes dos que me foram apresentados!
Mas que raios! Vender gato por lebre não é crime?
A gota de água foi a referência feita por um professor (idiota) à nota do seminário da licenciatura seguida de um 'nem devia estar aqui'....
(Se nem devia estar ali, porque aceitaram a minha candidatura? Já agora, faz ideia do que se passou nesse seminário, noutra instituição de ensino superior? Para fazer um comentário desses, tem de 'saber tudo' ou não tem legitimidade).
Chegou o momento de dizer 'BASTA' ... plano B: mudança de área geográfica.
Mais uma vez, não tive lá muita sorte. Os problemas foram outros...
(Voltei a ouvir uns comentários giros sobre as 'minhas' opções na licenciatura...)
mais do que uma vez cheguei a entrar numa sala de aula com a nítida sensação 'a minha nota está predefinida, independentemente do que eu fizer... '
Chantagens, erros informáticos, problemas de saúde, hospitalizações (sim, plural!),... enfim...
Os anos 2006-2011 foram mesmo maus!
Ouvi imensos disparates que culminaram na minha decisão de não voltar a Burlonha, essa terra de burlões que dá pelo nome oficial de 'ensino superior'.
Na minha história pessoal, o dia 31 de Julho de 2011 ... merece o título 'dia da liberdade'! Muito mais que o dia 25 de Abril de 1974...

Sabem? Eu acabei o secundário com 20 a Matemática, 20 a Física, com ... esqueçam.... isso foi no século XX...
E isto são CarlosPaulices no século XXI.



domingo, 24 de julho de 2016

As avaliações viciadas... e o 31 de Julho

Vivemos num mundo estranho, cheio de gente estranha.
Tenho evitado falar aqui de certos assuntos da nossa actualidade, porque passam-se coisas que até os cegos conseguem "ver", mas os tipos que estão à frente do mundo estão a assistir de braços cruzados, ou tomando decisões anedóticas que não só não resolverão problema nenhum, como levarão a problemas mais sérios.
Vejo os extremismos a regressar ao poder...
Mas já o vejo há anos (exemplo:AO90) e até nas nossas universidades...

Os leitores mais habituais deste blog já devem saber que acabei o secundário com média de 20 (de 1 a 20) a Matemática, Física, ... Já agora, o que não sabem é que as outras notas de ciências, como C.T.V. (Ciências da Terra e da Vida, actualmente Biologia e Geologia) as notas andaram lá perto (18s, 19s)
A avaliação era feita por forma a que o avaliador soubesse se eu de facto tinha adquirido o conhecimento e a qualidade desse conhecimento, através de testes com alguma exigência.

No entanto, chegando ao ensino superior (tanto como aluno, como, mesmo mais tarde como docente do ensino superior) assisti a algo impensável: alguns professores fazem uma avaliação pouco objectiva, com base em ideias pré-concebidas... E nem vou voltar a falar daqueles que deram nota sem avaliação, porque isso é mesmo o extremo e sim! Aconteceu!
No meu mestrado na F.C.U.L., tive uma professora que nos bombardeava com trabalhos muito pouco saudáveis que nos roubava o tempo (e a sanidade mental) que precisávamos para as outras cadeiras. Trabalhos que como acabei por ter a infelicidade de observar, não eram avaliados pela sua qualidade, mas sim pelas ideias pré-concebidas que tinha dos alunos. Éramos apenas 2!
Nessa altura, já não podia anular a matrícula... apeteceu-me a chumbar a cadeira e fazê-la a com outro professor! Mas a $#%"#$%"#$ não deixou. Deu-me 10 (de 1 a 20)!
Tirar dúvidas com ela era impossível (foi a tal que uma vez me disse que dei qualquer coisa numa cadeira que não funcionava há cerca de 20 anos - Se calhar a culpa foi minha, não?)
A tal professora já não se encontra por lá, e ainda bem... só por isso a F.C.U.L. sobe umas centésimas na minha consideração....
Não foi a última vez que me deram uma avaliação muito pouco objectiva e a meu ver injusta...
Recebo de vez em quando, emails de leitores deste blog, mensagens no facebook e até relatos de explicandos e ex-explicandos meus com histórias monstruosas de todo o país!
A avaliação deve ser algo objectivo com base no programa apresentado no início da cadeira...
Tornar aulas de ensino superior obrigatórias é inaceitável, visto que se o docente for mesmo bom, os alunos aparecem, e mais: não perturbam nem as aulas nem os colegas.
Sob a cobertura do processo de Bolonha passaram-se coisas muito mais graves, como começa agora a vir a público com o caso da licenciatura de Miguel Relvas.

Mais tarde, no meu "plano B", na FCT/UNL, após ter recebido uma segunda ameaça de um professor que me ia fazer "um exame para eu chumbar" decidi não regressar a este sistema tão viciado, injusto e tão pouco objectivo...
Fiz apenas um exame, com outra professora, mais racional e objectiva, porque depois de todo o trabalho que tive a estudar para uma cadeira para o qual eu não satisfazia quaisquer pré-requisitos, queria mesmo saber "o que valia" o meu conhecimento... tive 18, sem estar a tentar dar o meu melhor, apenas a testar o que eu sabia sem grande esforço!
 Poucos dias depois de ter saído de uma hospitalização!
 Regressei à Madeira no dia 31 de de Julho desse ano, onde estou desde então.
 Não há plano C, nem como financiar novas aventuras.

Celebro anualmente o meu regresso, no dia 31 de Julho. Ainda não sei como vou celebrar neste ano... Gostaria de ver um bom filme... ou, dada a minha idade... ser chamado para um excelente emprego como Matemático.

Realisticamente, dia 31 é um Domingo. Provavelmente de manhã vou a uma missa... à tarde saio (sozinho) e vou a um cinema (no ano passado passaram um filme só para mim...), regressando a casa pouco antes da meia noite por causa dos autocarros.

É verdade, eu tenho uma vida meio solitária...

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Políticos d* *********

É mesmo frustrante estar em vésperas de eleições e não haver nenhum partido em quem eu acredite.

Só de pensar que, e só por exemplo, com o processo de Bolonha, desvalorizaram as minhas habilitações e com a imposição do Acordo Ortográfico, me impuseram uma ortografia que repudio, fico doente.

Mas pior do que isso, há uma série bem notável de decisões tão más, mesmo piores que as anteriores, que foram tomadas desde 1986 (para nem dizer desde 1974...) que não foram tomadas no melhor interesse de Portugal, mas sim no melhor interesse de uma minoria: a minoria que nos tem governado (e não esqueçamos os amigos)!

E somos mesmo governados por um governo eleito por uma minoria.

Se somarmos todos os "votos da abstenção", e os votos na oposição das últimas eleições, e compararmos com os votos obtidos pelos dois partidos do actual governo percebemos que algo está mal.
Mas não é só neste governo. O fenómeno já se passa há décadas!
E deixamos esta gentinha fazer o que quer do nosso país...

Se isto é democracia, o "demo" aqui não é povo. É mesmo demónio.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Praxes académicas? É preciso morrer alguém...?

Os meus colegas de licenciatura, se ainda se lembrarem poderão testemunhar que eu era anti-praxe.
Ao longo dos anos fui vendo sucessivas praxes... umas com piada e outras que pareciam algum tipo de prática que visa humilhar recém-chegados ao ensino superior.
As últimas são aquelas que me fazem continuar a não concordar com esse estúpido ritual.
Todos os anos há excessos, e há sempre algum estúpido a considerar isso normal.
Vejo gente a manifestar-se contra touradas, contra matança do porco na Madeira, mas não vejo nada de relevante contra as praxes a não ser quando acontecem desgraças.

Agora, há suspeitas de que o que se passou no Meco há pouco tempo está relacionado com as praxes...
A minha posição é a mesma de quando fui caloiro: São um ritual estúpido e deviam ser oficialmente proibídas. Nada de meios termos: deviam ser tornadas ilegais mesmo! Acabam-se os problemas.
E já agora, impõe-se uma disciplina de Educação Cívica, obrigatória em todos os cursos (nem que seja em substituição de algumas outras que na realidade só servem "para encher chouriços").
Há outras formas de receber os caloiros, e certamente sem qualquer forma de humilhação (um novo conceito de praxe?)
As pessoas vão para o ensino superior para tirar um curso superior.
Se de facto, as mortes no Meco resultaram de um ritual de praxe... Alguém tem de ser responsabilizado por isso, e têm de ser tomadas medidas por forma a que nada semelhante se volte a passar neste país!

Mas, vendo bem... neste país a maioria das pessoas está-se sempre nas tintas até que lhes cheguem consequências negativas, o que na verdade é um dos grandes motivos de termos a classe política que temos e a dívida brutal que temos...
É preferível falar do Cristiano Ronaldo, dos jogos roubados a favor da equipa A ou equipa B no futebol e não se chatear enquanto nos lixam a vida.

PS: Não tenho nada contra o Cristiano Ronaldo... muito pelo contrário, é um excelente profíssional, que é um exemplo para todos: dedica-se com unhas e dentes ao que faz.
Tenho é contra uma sociedade que permite que lhe atirem areia para os olhos, que permite praxes académicas que violam direitos humanos e que não passam de rituais bárbaros.

Sinceramente... vão mas é gozar outro!

Acabem com as praxes académicas humilhantes, recebam os caloiros de forma digna! Manifestem-se e façam alguma coisa! Comecemos a mudar este país, para melhor!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O cão que mordeu um homem.

Hoje, no que começa a ser habitual percurso Casa do povo da Camacha - Casa, fui atacado e mordido por um cão.
É a primeira vez na vida que tal me acontece.
Aprendi a ignorar os cães quando se punham a ladrar, e até hoje, funcionou sempre.
Eles chateavam-se por eu os ignorar, deixavam de ladrar e iam à sua vida.
Hoje, não foi bem assim. O cão (que estava acompanhado) atacou-me.
Meteu os dentes na minha perna esquerda.
Ao relatar a situação a minha mãe, ela diz-me:
"Eles não mordem ninguém".
Lá tive de mostrar-lhe a ferida ainda com sangue e perguntar-lhe
"Se não mordem, então o que é isto?"
E isto leva-me a perguntar o que fazem aqueles cães, sem coleira, no meio da estrada?
Ladram para toda a gente que passa, e agora atacam. Isto não pode ser!
Aquilo é caminho público.
Quando a ministra Assunção Cristas (abusivamente) ainda esta semana tentou limitar o número de cães por apartamento, tal como a maioria da população, achei ridículo.
É ridículo o tipo de controlo que o estado português já tem sombre as pessoas, isto já é passar de todas as marcas...
Só que, a verdade é esta:
Há muita gente que não sabe ter animais! Deixá-los à solta em locais públicos, sem qualquer tipo de identificação, a atacar pessoas sem provocação, não é saber ter animais.
O meu pai, disse que sabia quem é o dono ( o que para mim é incrível, tendo em conta que o animal não tinha mesmo qualquer tipo de identificação ) e deixei o caso nas mãos dele.
Não há muito a pensar: se não querem ver os (idiotas d)os nossos governantes a tomar decisões idiotas, sejam responsáveis.
No meu caso, estou a pensar que se volto a ver aquele cão à minha frente, a forma mais pacífica de resolver o problema será apresentar queixa em algum sítio. Cães sem identificação em locais públicos para mim, são cães vadios, e são uma ameaça à população...
Principalmente se começam a haver relatos de ataques a pessoas.
No meu caso, para os incrédulos,... Fiquei com uma perna e umas calças marcadas...

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Acordo Ortográfico: E agora?

Juntei um novo vídeo à videoteca:
http://cpaulof2.blogspot.pt/p/videoteca.html?c1l2v1#ecran

O vídeo é "longo" mas não é aborrecido.

Deixo-o aqui também.


É muito informativo, e devia ser visto por todo o português.

Quanto aos leitores de outros países,  para, vocês isto apenas deve informar sobre o desrespeito que certa classe política portuguesa tem por Portugal...(quem tem pouco tempo pode saltar para 39:35 e ver a partir daí)
Estão mesmo interessados? Os portugueses deviam estar.
Este blog recusa-se a utilizar o Acordo Ortográfico de 1990