Lembro-me de entrar numa sala de aula e o programa da disciplina ser menos de 50% semelhante ao que me foi apresentado aquando da candidatura. Isso aconteceu porque o professor que fez o programa original, não era o professor responsável pela disciplina. Isto não foi um caso isolado... mas sim, quase a norma!
Pensei que depois de vários episódios desonestos na licenciatura – de onde destaco, disciplinas escolhidas pela universidade, classificadas na minha documentação como 'opções', ou um seminário que o professor transformou na cadeira que lhe apeteceu e deu notas sem uma avaliação objectiva –, que estava a entrar num sítio objectivo e honesto...
Mas isso não aconteceu. Nem sequer tive sorte com o sítio onde fiquei alojado (Em 2006 não haviam residências para alunos de mestrado)...
Coordenadores de mestrado que preferiam estar fazer outra coisa qualquer, e que chegaram a me dizer alguns sérios disparates.
Ouvi uns (disparates) giros sobre 'as minhas' opções na licenciatura... opções, que como referi acima, não foram minhas!
Veio o processo de Bolonha, ou como prefiro chamar, de 'Burlonha', ou 'Borlonha'... e novos programas, mais uma vez significativamente diferentes dos que me foram apresentados!
Mas que raios! Vender gato por lebre não é crime?
A gota de água foi a referência feita por um professor (idiota) à nota do seminário da licenciatura seguida de um 'nem devia estar aqui'....
(Se nem devia estar ali, porque aceitaram a minha candidatura? Já agora, faz ideia do que se passou nesse seminário, noutra instituição de ensino superior? Para fazer um comentário desses, tem de 'saber tudo' ou não tem legitimidade).
Chegou o momento de dizer 'BASTA' ... plano B: mudança de área geográfica.
Mais uma vez, não tive lá muita sorte. Os problemas foram outros...
(Voltei a ouvir uns comentários giros sobre as 'minhas' opções na licenciatura...)
mais do que uma vez cheguei a entrar numa sala de aula com a nítida sensação 'a minha nota está predefinida, independentemente do que eu fizer... '
Chantagens, erros informáticos, problemas de saúde, hospitalizações (sim, plural!),... enfim...
Os anos 2006-2011 foram mesmo maus!
Ouvi imensos disparates que culminaram na minha decisão de não voltar a Burlonha, essa terra de burlões que dá pelo nome oficial de 'ensino superior'.
Na minha história pessoal, o dia 31 de Julho de 2011 ... merece o título 'dia da liberdade'! Muito mais que o dia 25 de Abril de 1974...
Sabem? Eu acabei o secundário com 20 a Matemática, 20 a Física, com ... esqueçam.... isso foi no século XX...
E isto são CarlosPaulices no século XXI.
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Burlonha, terra académica dos burlões
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Pressupostos errados
Um pré-requisito para trabalhar em ciência é ter uma mente aberta.
Na verdade, isto não é bem assim. Devia ser, mas não é.
Ter conhecido quem considere "errada" uma definição que não era a que conhecia* não foi situação única.
Tendo passado pela Universidade da Madeira, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, cheguei a ter problemas por não ter as mesmas notações, e as mesmas definições que um ou outro professor.
Uma vez que nenhum de nós tinha "mapa de notações" ou comparou definições, tais problemas eram de esperar...
Saindo um pouco do contexto, na Nova, um que merece a classificação de idiota, deu-me uma descasca por eu desconhecer o "Clip", sistema informático onde deixava a documentação... bem, sendo eu novo naquela universidade, não tendo colegas e se ninguém me apresentou o sistema como podia eu conhecer o sistema? Levei uma descasca por não ter consultado aquilo.
Nesse caso particular percebi que "dar descascas" era uma mania desse idiota- eh! Eu disse que merecia a classificação, e sendo o blog meu, não me chateiem por chamar os bois pelos nomes que merecem.
Mesmo actualmente, e sem grande gravidade, para um aluno que sai do ensino secundário, o conjunto dos naturais, começa em 1. Para um aluno do ensino superior... depende do professor que dá cada cadeira. Pode começar em zero.
Dando explicações, já tive alunos de vários pontos do país.
Em várias disciplinas, com professores diferentes, há notações diferentes, definições diferentes e não equivalentes. E isto em Matemática.
Sob certas definições... conclusões tiradas com outras não equivalentes, deixam de ser válidas.
Já assisti a palestras onde os oradores fizeram questão de apontar erros de livros, artigos...
Apontar erros é algo que aprendi a fazer com cuidado. Resultados contraditórios nas mesmas condições são indício de um erro. Mas têm um pré-requisito: "mesmas condições"... (também percebi que nem toda a gente tem cuidado ao fazer referências bibliográficas)
Os novos programas virem mudar a definição de limite no ensino secundário apanharam-me de surpresa. Estava habituado a um ensino pré-universitário diferente ... onde havendo alterações, na verdade, entravam conceitos, saiam outros, mas mas definições quanto muito eram substituídas por outras equivalentes.
Tendo passado os olhos por alto nos novos programas, só depois de algumas conversas é que percebi que de facto... havia ali uma mudança que na verdade já tinha visto muitos, mas mesmo muitos anos antes...
Eu usei o livro do professor Campos Ferreira na minha licenciatura... na altura, ainda com capa amarela!
(E pronto, lá tive de pegar 'a sério' nos novos programas do ensino secundário)
Existem sítios onde no mesmo semestre os alunos são confrontados com professores com definições e notações diferentes. Bem... para evitar um efeito "torre de Babel" eu preferia que na mesma instituição, em Matemática, se mantivessem notações e definições, ou, não sendo possível, toda a gente, no mínimo, tivesse o bom senso de fornecer aos alunos mapas de notações e alguns (de preferência poucos mas suficientes) anexos com as definições pressupostas.
Só que, espero que compreendam, não sou eu que me vou opor a estas "micro-divergências"...
Ajudam a distinguir idiotas de pessoas sérias.
Na verdade, isto não é bem assim. Devia ser, mas não é.
Ter conhecido quem considere "errada" uma definição que não era a que conhecia* não foi situação única.
Tendo passado pela Universidade da Madeira, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, cheguei a ter problemas por não ter as mesmas notações, e as mesmas definições que um ou outro professor.
Uma vez que nenhum de nós tinha "mapa de notações" ou comparou definições, tais problemas eram de esperar...
Saindo um pouco do contexto, na Nova, um que merece a classificação de idiota, deu-me uma descasca por eu desconhecer o "Clip", sistema informático onde deixava a documentação... bem, sendo eu novo naquela universidade, não tendo colegas e se ninguém me apresentou o sistema como podia eu conhecer o sistema? Levei uma descasca por não ter consultado aquilo.
Nesse caso particular percebi que "dar descascas" era uma mania desse idiota- eh! Eu disse que merecia a classificação, e sendo o blog meu, não me chateiem por chamar os bois pelos nomes que merecem.
Mesmo actualmente, e sem grande gravidade, para um aluno que sai do ensino secundário, o conjunto dos naturais, começa em 1. Para um aluno do ensino superior... depende do professor que dá cada cadeira. Pode começar em zero.
Dando explicações, já tive alunos de vários pontos do país.
Em várias disciplinas, com professores diferentes, há notações diferentes, definições diferentes e não equivalentes. E isto em Matemática.
Sob certas definições... conclusões tiradas com outras não equivalentes, deixam de ser válidas.
Já assisti a palestras onde os oradores fizeram questão de apontar erros de livros, artigos...
Apontar erros é algo que aprendi a fazer com cuidado. Resultados contraditórios nas mesmas condições são indício de um erro. Mas têm um pré-requisito: "mesmas condições"... (também percebi que nem toda a gente tem cuidado ao fazer referências bibliográficas)
Os novos programas virem mudar a definição de limite no ensino secundário apanharam-me de surpresa. Estava habituado a um ensino pré-universitário diferente ... onde havendo alterações, na verdade, entravam conceitos, saiam outros, mas mas definições quanto muito eram substituídas por outras equivalentes.
Tendo passado os olhos por alto nos novos programas, só depois de algumas conversas é que percebi que de facto... havia ali uma mudança que na verdade já tinha visto muitos, mas mesmo muitos anos antes...
Eu usei o livro do professor Campos Ferreira na minha licenciatura... na altura, ainda com capa amarela!
(E pronto, lá tive de pegar 'a sério' nos novos programas do ensino secundário)
Existem sítios onde no mesmo semestre os alunos são confrontados com professores com definições e notações diferentes. Bem... para evitar um efeito "torre de Babel" eu preferia que na mesma instituição, em Matemática, se mantivessem notações e definições, ou, não sendo possível, toda a gente, no mínimo, tivesse o bom senso de fornecer aos alunos mapas de notações e alguns (de preferência poucos mas suficientes) anexos com as definições pressupostas.
Só que, espero que compreendam, não sou eu que me vou opor a estas "micro-divergências"...
Ajudam a distinguir idiotas de pessoas sérias.
domingo, 24 de julho de 2016
As avaliações viciadas... e o 31 de Julho
Vivemos num mundo estranho, cheio de gente estranha.
Tenho evitado falar aqui de certos assuntos da nossa actualidade, porque passam-se coisas que até os cegos conseguem "ver", mas os tipos que estão à frente do mundo estão a assistir de braços cruzados, ou tomando decisões anedóticas que não só não resolverão problema nenhum, como levarão a problemas mais sérios.
Vejo os extremismos a regressar ao poder...
Mas já o vejo há anos (exemplo:AO90) e até nas nossas universidades...
Os leitores mais habituais deste blog já devem saber que acabei o secundário com média de 20 (de 1 a 20) a Matemática, Física, ... Já agora, o que não sabem é que as outras notas de ciências, como C.T.V. (Ciências da Terra e da Vida, actualmente Biologia e Geologia) as notas andaram lá perto (18s, 19s)
A avaliação era feita por forma a que o avaliador soubesse se eu de facto tinha adquirido o conhecimento e a qualidade desse conhecimento, através de testes com alguma exigência.
No entanto, chegando ao ensino superior (tanto como aluno, como, mesmo mais tarde como docente do ensino superior) assisti a algo impensável: alguns professores fazem uma avaliação pouco objectiva, com base em ideias pré-concebidas... E nem vou voltar a falar daqueles que deram nota sem avaliação, porque isso é mesmo o extremo e sim! Aconteceu!
No meu mestrado na F.C.U.L., tive uma professora que nos bombardeava com trabalhos muito pouco saudáveis que nos roubava o tempo (e a sanidade mental) que precisávamos para as outras cadeiras. Trabalhos que como acabei por ter a infelicidade de observar, não eram avaliados pela sua qualidade, mas sim pelas ideias pré-concebidas que tinha dos alunos. Éramos apenas 2!
Nessa altura, já não podia anular a matrícula... apeteceu-me a chumbar a cadeira e fazê-la a com outro professor! Mas a $#%"#$%"#$ não deixou. Deu-me 10 (de 1 a 20)!
Tirar dúvidas com ela era impossível (foi a tal que uma vez me disse que dei qualquer coisa numa cadeira que não funcionava há cerca de 20 anos - Se calhar a culpa foi minha, não?)
A tal professora já não se encontra por lá, e ainda bem... só por isso a F.C.U.L. sobe umas centésimas na minha consideração....
Não foi a última vez que me deram uma avaliação muito pouco objectiva e a meu ver injusta...
Recebo de vez em quando, emails de leitores deste blog, mensagens no facebook e até relatos de explicandos e ex-explicandos meus com histórias monstruosas de todo o país!
A avaliação deve ser algo objectivo com base no programa apresentado no início da cadeira...
Tornar aulas de ensino superior obrigatórias é inaceitável, visto que se o docente for mesmo bom, os alunos aparecem, e mais: não perturbam nem as aulas nem os colegas.
Sob a cobertura do processo de Bolonha passaram-se coisas muito mais graves, como começa agora a vir a público com o caso da licenciatura de Miguel Relvas.
Mais tarde, no meu "plano B", na FCT/UNL, após ter recebido uma segunda ameaça de um professor que me ia fazer "um exame para eu chumbar" decidi não regressar a este sistema tão viciado, injusto e tão pouco objectivo...
Fiz apenas um exame, com outra professora, mais racional e objectiva, porque depois de todo o trabalho que tive a estudar para uma cadeira para o qual eu não satisfazia quaisquer pré-requisitos, queria mesmo saber "o que valia" o meu conhecimento... tive 18, sem estar a tentar dar o meu melhor, apenas a testar o que eu sabia sem grande esforço!
Poucos dias depois de ter saído de uma hospitalização!
Regressei à Madeira no dia 31 de de Julho desse ano, onde estou desde então.
Não há plano C, nem como financiar novas aventuras.
Celebro anualmente o meu regresso, no dia 31 de Julho. Ainda não sei como vou celebrar neste ano... Gostaria de ver um bom filme... ou, dada a minha idade... ser chamado para um excelente emprego como Matemático.
Realisticamente, dia 31 é um Domingo. Provavelmente de manhã vou a uma missa... à tarde saio (sozinho) e vou a um cinema (no ano passado passaram um filme só para mim...), regressando a casa pouco antes da meia noite por causa dos autocarros.
É verdade, eu tenho uma vida meio solitária...
Tenho evitado falar aqui de certos assuntos da nossa actualidade, porque passam-se coisas que até os cegos conseguem "ver", mas os tipos que estão à frente do mundo estão a assistir de braços cruzados, ou tomando decisões anedóticas que não só não resolverão problema nenhum, como levarão a problemas mais sérios.
Vejo os extremismos a regressar ao poder...
Mas já o vejo há anos (exemplo:AO90) e até nas nossas universidades...
Os leitores mais habituais deste blog já devem saber que acabei o secundário com média de 20 (de 1 a 20) a Matemática, Física, ... Já agora, o que não sabem é que as outras notas de ciências, como C.T.V. (Ciências da Terra e da Vida, actualmente Biologia e Geologia) as notas andaram lá perto (18s, 19s)
A avaliação era feita por forma a que o avaliador soubesse se eu de facto tinha adquirido o conhecimento e a qualidade desse conhecimento, através de testes com alguma exigência.
No entanto, chegando ao ensino superior (tanto como aluno, como, mesmo mais tarde como docente do ensino superior) assisti a algo impensável: alguns professores fazem uma avaliação pouco objectiva, com base em ideias pré-concebidas... E nem vou voltar a falar daqueles que deram nota sem avaliação, porque isso é mesmo o extremo e sim! Aconteceu!
No meu mestrado na F.C.U.L., tive uma professora que nos bombardeava com trabalhos muito pouco saudáveis que nos roubava o tempo (e a sanidade mental) que precisávamos para as outras cadeiras. Trabalhos que como acabei por ter a infelicidade de observar, não eram avaliados pela sua qualidade, mas sim pelas ideias pré-concebidas que tinha dos alunos. Éramos apenas 2!
Nessa altura, já não podia anular a matrícula... apeteceu-me a chumbar a cadeira e fazê-la a com outro professor! Mas a $#%"#$%"#$ não deixou. Deu-me 10 (de 1 a 20)!
Tirar dúvidas com ela era impossível (foi a tal que uma vez me disse que dei qualquer coisa numa cadeira que não funcionava há cerca de 20 anos - Se calhar a culpa foi minha, não?)
A tal professora já não se encontra por lá, e ainda bem... só por isso a F.C.U.L. sobe umas centésimas na minha consideração....
Não foi a última vez que me deram uma avaliação muito pouco objectiva e a meu ver injusta...
Recebo de vez em quando, emails de leitores deste blog, mensagens no facebook e até relatos de explicandos e ex-explicandos meus com histórias monstruosas de todo o país!
A avaliação deve ser algo objectivo com base no programa apresentado no início da cadeira...
Tornar aulas de ensino superior obrigatórias é inaceitável, visto que se o docente for mesmo bom, os alunos aparecem, e mais: não perturbam nem as aulas nem os colegas.
Sob a cobertura do processo de Bolonha passaram-se coisas muito mais graves, como começa agora a vir a público com o caso da licenciatura de Miguel Relvas.
Mais tarde, no meu "plano B", na FCT/UNL, após ter recebido uma segunda ameaça de um professor que me ia fazer "um exame para eu chumbar" decidi não regressar a este sistema tão viciado, injusto e tão pouco objectivo...Fiz apenas um exame, com outra professora, mais racional e objectiva, porque depois de todo o trabalho que tive a estudar para uma cadeira para o qual eu não satisfazia quaisquer pré-requisitos, queria mesmo saber "o que valia" o meu conhecimento... tive 18, sem estar a tentar dar o meu melhor, apenas a testar o que eu sabia sem grande esforço!
Poucos dias depois de ter saído de uma hospitalização!
Regressei à Madeira no dia 31 de de Julho desse ano, onde estou desde então.
Não há plano C, nem como financiar novas aventuras.
Celebro anualmente o meu regresso, no dia 31 de Julho. Ainda não sei como vou celebrar neste ano... Gostaria de ver um bom filme... ou, dada a minha idade... ser chamado para um excelente emprego como Matemático.
Realisticamente, dia 31 é um Domingo. Provavelmente de manhã vou a uma missa... à tarde saio (sozinho) e vou a um cinema (no ano passado passaram um filme só para mim...), regressando a casa pouco antes da meia noite por causa dos autocarros.
É verdade, eu tenho uma vida meio solitária...
segunda-feira, 17 de março de 2014
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Bullying,
Doctor Who
domingo, 8 de abril de 2012
Bullying

A magricela que chamaste de anoréctica tinha intestinos que não absorviam nutrientes.
A garota que chamaste "p*ta" na aula era virgem.
A rapariga grávida a correr pela rua, foi violada.
O rapaz que chamaste de coxo, trabalhava todas as noites para sustentar a familia.
Aquela rapariga que deitaste abaixo no outro dia, sofre abusos em casa.
Aquela garota que tu chamaste "gorda", está a morrer à fome.
O velho que gozavas pelas cicatrizes feias, lutou pelo nosso país.
O rapaz que tu gozaste por estar a chorar... A mãe dele estava a morrer.
Não julgues. Diz não ao Bullying.
(adaptado)
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Bullying,
Kobayashi Maru,
Sugestão de amigo
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
O azar faz parte da vida.
Conhecem aquela a sensação de ter uma pessoa a dar-vos palpites ou a julgar-vos pelas decisões que tiveram de tomar na vida?
Obviamente se as pessoas soubessem com antecedência o que ia acontecer após tomar certas decisões, provavelmente não as teriam tomado.
Cada um de nós teve experiências únicas que acabaram por modelar quem somos e a nossa forma de agir perante as situações.
Por isso, muitas vezes o que me apetece dizer a certas pessoas é algo do tipo:
"Com todo o respeito que mereces: e se fosses à merda?"
ou um mais simples;
"Mete-te na tua vida: eu fiz o que tinha a fazer e acabou".
É como vocês fazerem uma aposta (2 euros) no euromilhões, não sair, e depois vir alguém criticar-vos por terem escolhido os números errados!
Mas eu, por norma, mesmo que apeteça muito, evito insultar as pessoas, e quando se tornam muito chatas, começo a evitá-las.
A vida não traz livro de instrucções. Cada um vive como pode e consegue, de acordo com a sorte ou o azar que vai tendo na vida.
No entanto, há quem deva ser chamado à atenção.
Quem, por estupidez, mesquinhez ou arrogância, complique, estrague ou destrua a vida dos outros, deve ser responsabilizado...
Por exemplo, no meu caso, quem são as pessoas para me apontar o dedo se por exemplo eu me recusar a voltar a por os pés na UMa em certas circunstancias, a regressar à fcul ou, tiver abandonado dois mestrados?
Certas decisões não foram nada fáceis, outras resumem-se a uma questão de não querer voltar a ter seja o que for com pessoas que perderam a minha confiança e o meu respeito.
Se com isso estou a complicar a minha vida?.. A minha vida já é bem bem complicada e que sabem as pessoas dela? as pessoas sabem o que eu quiser que elas saibam, e fora disso sobram boatos.
Como encontrei há dias no facebook:

Sim... eu desisti de 2 mestrados.Não me arrependo. E depois? Mas também deixo bem claro, que o principal problema foi sempre a estupidez de pessoas, e não os meus vários problemas de saúde.
O azar faz parte da vida.
Respeitem as pessoas e suas decisões.
Isto é algo que já estou farto de dizer, mesmo aqui, neste blog... embora de outras formas.
Deixem os juizos lá para Deus, se forem crentes, e se não forem, pensem na (mesmo que longíqua) hipótese de estarem enganados e serem julgados pelo Deus que vocês sempre afirmaram não existir.
Até à próxima.
Obviamente se as pessoas soubessem com antecedência o que ia acontecer após tomar certas decisões, provavelmente não as teriam tomado.
Cada um de nós teve experiências únicas que acabaram por modelar quem somos e a nossa forma de agir perante as situações.
Por isso, muitas vezes o que me apetece dizer a certas pessoas é algo do tipo:
"Com todo o respeito que mereces: e se fosses à merda?"
ou um mais simples;
"Mete-te na tua vida: eu fiz o que tinha a fazer e acabou".
É como vocês fazerem uma aposta (2 euros) no euromilhões, não sair, e depois vir alguém criticar-vos por terem escolhido os números errados!
Mas eu, por norma, mesmo que apeteça muito, evito insultar as pessoas, e quando se tornam muito chatas, começo a evitá-las.
A vida não traz livro de instrucções. Cada um vive como pode e consegue, de acordo com a sorte ou o azar que vai tendo na vida.
No entanto, há quem deva ser chamado à atenção.
Quem, por estupidez, mesquinhez ou arrogância, complique, estrague ou destrua a vida dos outros, deve ser responsabilizado...
Por exemplo, no meu caso, quem são as pessoas para me apontar o dedo se por exemplo eu me recusar a voltar a por os pés na UMa em certas circunstancias, a regressar à fcul ou, tiver abandonado dois mestrados?
Certas decisões não foram nada fáceis, outras resumem-se a uma questão de não querer voltar a ter seja o que for com pessoas que perderam a minha confiança e o meu respeito.
Se com isso estou a complicar a minha vida?.. A minha vida já é bem bem complicada e que sabem as pessoas dela? as pessoas sabem o que eu quiser que elas saibam, e fora disso sobram boatos.
Como encontrei há dias no facebook:
Sim... eu desisti de 2 mestrados.Não me arrependo. E depois? Mas também deixo bem claro, que o principal problema foi sempre a estupidez de pessoas, e não os meus vários problemas de saúde.
O azar faz parte da vida.
Respeitem as pessoas e suas decisões.
Isto é algo que já estou farto de dizer, mesmo aqui, neste blog... embora de outras formas.
Deixem os juizos lá para Deus, se forem crentes, e se não forem, pensem na (mesmo que longíqua) hipótese de estarem enganados e serem julgados pelo Deus que vocês sempre afirmaram não existir.
Até à próxima.
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divagações,
E agora?,
Saúde
sábado, 28 de maio de 2011
Jogo psicológico
"Tu já desististe de um mestrado.
Se desistes deste não és aceite em mais lado nenhum.
Vais fazer o que eu quero como eu quero."
Se desistes deste não és aceite em mais lado nenhum.
Vais fazer o que eu quero como eu quero."
Anónimo - 2008
Sim, eu concordo, a última frase é indecente... Foi-me dita por um professor que eu vou manter em anonimato, num semestre em que eu andava com quatro cadeiras em regime tutorial.
Depois disto, não sou obrigado a ter de aturar o mau humor nem os maus dias desse professor tendo eu estado recentemente hospitalizado e a tentar evitar situações de stress...
Aliás... neste momento, depois do último e-mail que recebi, eu até faço questão de não voltar a tê-lo como professor... mesmo que isso implique desistir disto tudo, que é o que estou a pensar seriamente em fazer.
O stress faz-me mal.
Depois disto, não sou obrigado a ter de aturar o mau humor nem os maus dias desse professor tendo eu estado recentemente hospitalizado e a tentar evitar situações de stress...
Aliás... neste momento, depois do último e-mail que recebi, eu até faço questão de não voltar a tê-lo como professor... mesmo que isso implique desistir disto tudo, que é o que estou a pensar seriamente em fazer.
O stress faz-me mal.
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Mestrado,
Num mundo à parte
domingo, 15 de maio de 2011
Uma paciência de Job
No final do século passado, um ano antes de acabar a minha licenciatura, estive hospitalizado, e num quarto isolado durante um mês.
As visitas foram muito limitadas, afinal eu estava isolado por um motivo...
PS:- esta frase dá-vos direito a falar de toda a nossa classe política, a quem só interessa fazer política e não, tratar de assuntos de interesse nacional.
-Para justificar o título deste post: http://en.wikipedia.org/wiki/Book_of_Job
Isto é algo a pensar agora nesta campanha eleitoral... Só quem estiver satisfeito com a situação actual do paíse volta a votar "nos mesmos"... seja direita ou esquerda: não quero um governo nem com socialistas nem com sociais democratas. Seja Louçã, Portas ou Jerónimo... tanto me faz: Não quero nenhum dos outros 2.
As visitas foram muito limitadas, afinal eu estava isolado por um motivo...
Durante um mês, algumas pessoas que eu conhecia há anos mas com quem eu raramente me cruzava visitaram-me e aproveitaram para criticar o meu tipo de vida, que diga-se, de passagem, não conheciam.
O diagnóstico, feito pelos médicos apontou para algo que eu não tinha como controlar até ter sido hospitalizado.
Recentemente, a história repetiu-se. Voltei a estar hospitalizado. Estando eu longe da Madeira há cerca de 5 anos (só passo por lá no Verão e no Natal), o mesmo tipo de críticas voltou a surgir... por telefone, mais uma vez de pessoas que não fazem ideia do meu tipo de vida. E até de pessoas que acabaram de me conhecer e que não fazem mesmo ideia do que dizem...
A quantidade de barbaridades que tenho de ouvir quando tenho problemas de saúde é bem pior que os problemas de saúde em si.
O diagnóstico, feito pelos médicos apontou para algo que eu não tinha como controlar até ter sido hospitalizado.
Recentemente, a história repetiu-se. Voltei a estar hospitalizado. Estando eu longe da Madeira há cerca de 5 anos (só passo por lá no Verão e no Natal), o mesmo tipo de críticas voltou a surgir... por telefone, mais uma vez de pessoas que não fazem ideia do meu tipo de vida. E até de pessoas que acabaram de me conhecer e que não fazem mesmo ideia do que dizem...
A quantidade de barbaridades que tenho de ouvir quando tenho problemas de saúde é bem pior que os problemas de saúde em si.
Aliás... Da última vez que saí do hospital, as ordens médicas foram para levar a minha "vida normal que costumava levar".
Quem me conhece bem, e sabe o tipo de vida que eu levo... para começar... não me trata por "Carlos"... que é o nome do meu pai.
Quem me conhece bem, e sabe o tipo de vida que eu levo... para começar... não me trata por "Carlos"... que é o nome do meu pai.
Mas ... eu vivo sozinho há cerca de 5 anos. Muito raramente tenho colegas seja em casa, seja a fazer seja lá o que for que ande a fazer.
A "pessoa" que passa mais tempo comigo é o Scratchy, o meu já velhinho portátil.
Eu não vou dar a ninguém, detalhes do meu estado de saúde.
Mas garanto que ouvir mais de uma dúzia de pessoas fazer críticas (distintas e erradas) sobre a minha vida, a minha saúde, e até sobre a minha vida pessoal é daquelas coisas que muitas vezes me faz pensar "ainda bem que vivo sozinho". Se não tiraram um curso de medicina, não estão a tratar do meu caso, e não conhecem resultados nenhuns de exames que eu tenha feito... façam-me um favor: Guardem a vossa opinião.
Porque eu considero isto bullying.
Façam um favor melhor a si mesmos: metam-se nas vossas vidas e não formulem opiniões sobre assuntos que não percebem.
A minha vida não é um jogo de futebol sobre o qual todo e qualquer idiota tem uma opinião...
Se a ideia é fazer críticas negativas, estando eu doente ou em recuperação, acreditem que eu não me importo de estar sozinho.
Mandem um email...
Fico a saber quem devo marcar como spam.
É preciso saber ouvir todo o tipo de críticas sim.
Mas há certas alturas em que eu prefiro ouvi-las só de quem SABE do que fala...
Mas garanto que ouvir mais de uma dúzia de pessoas fazer críticas (distintas e erradas) sobre a minha vida, a minha saúde, e até sobre a minha vida pessoal é daquelas coisas que muitas vezes me faz pensar "ainda bem que vivo sozinho". Se não tiraram um curso de medicina, não estão a tratar do meu caso, e não conhecem resultados nenhuns de exames que eu tenha feito... façam-me um favor: Guardem a vossa opinião.
Porque eu considero isto bullying.
Façam um favor melhor a si mesmos: metam-se nas vossas vidas e não formulem opiniões sobre assuntos que não percebem.
A minha vida não é um jogo de futebol sobre o qual todo e qualquer idiota tem uma opinião...
Se a ideia é fazer críticas negativas, estando eu doente ou em recuperação, acreditem que eu não me importo de estar sozinho.
Mandem um email...
Fico a saber quem devo marcar como spam.
É preciso saber ouvir todo o tipo de críticas sim.
Mas há certas alturas em que eu prefiro ouvi-las só de quem SABE do que fala...
PS:- esta frase dá-vos direito a falar de toda a nossa classe política, a quem só interessa fazer política e não, tratar de assuntos de interesse nacional.
-Para justificar o título deste post: http://en.wikipedia.org/wiki/Book_of_Job
Sobre o festival eurovisão...
Isto é algo a pensar agora nesta campanha eleitoral... Só quem estiver satisfeito com a situação actual do paíse volta a votar "nos mesmos"... seja direita ou esquerda: não quero um governo nem com socialistas nem com sociais democratas. Seja Louçã, Portas ou Jerónimo... tanto me faz: Não quero nenhum dos outros 2.
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Bullying

A menina que chamas de gorda, passa dias sem comer para perder peso.
O menino que chamas de burro, quem sabe tenha problemas de aprendizagem.
A menina que acabaste de chamar de feia passa horas a arranjar-se para que pessoas como tu a aceitem.
O menino que provocas e gozas na escola, pode receber maus tratos em casa e só estarás a contribuir para destruir a sua auto-estima.
Se és contra o BULLYING, compartillha!
Cruzei-me com isto hoje no facebook...
O Facebook é provavelmente uma das maiores perdas de tempo da actualidade... No entanto, serve para passar mensagens.
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