Faltam alguns minutos para o autocarro... vou queimar alguns minutos a jogar Crack-Attack!
Estes têm sido os meus últimos minutos diários na sala de explicações.
É um jogo ao estilo tetris que jogo há anos no meu Debian, obviamente... livre e open-source!
Ups... Está na hora de sair! Até à próxima!
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Crack Attack!
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Pingus
Regressando ao mundo dos jogos opensource, disponíveis para Windows, MacOS, Linux e também Android, hoje vou falar-vos de Pingus.
Conheci este jogo pelo KNOPPIX, a distribuição live de Linux. A propósito, tenho uma pen com um Knoppix 7.6.1 modificado em "português" de Portugal (este texto foi escrito nesse linux), as aspas são porque existem algumas coisas com erros ortográficos (entenda-se: AO90), e provavelmente, num post futuro darei instruções de como o fazer, e o procedimento pode ser adaptado por exemplo para português do Brasil, ou outra língua qualquer que seja suportada pela distribuição Debian.
Regressando ao jogo. Bem, é um bom entretenimento, e é fantástico. Recentemente consegui entreter crianças e adultos com ele!
O objectivo, é, em cada nível fazer chegar um número determinado de pinguins à saída... sabendo que cada pinguim (ok, pingu) pode ter uma ou outra habilidade que deve ser utilizada para atingir os objectivos.
Soa familiar? Sim, deve soar visto que é um clone do clássico Lemmings!
Pingus está disponível para download gratuito em http://pingus.seul.org e na Google Play store.
Divirtam-se!
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Qtikz & Ktikz
Ter gráficos decentes, para mim era complicado antes de ter ferramentas destas...
Requer que se saiba um bocadinho da 'linguagem' Tikz, mas podem fazer como eu: exportar o código a partir do GeoGebra e modificá-lo para satisfazer as vossas necessidades.
Está disponível em http://www.hackenberger.at/blog/ktikz-editor-for-the-tikz-language/
Este software deixa-vos visualizar o gráfico em tempo real, à medida que escrevem o código.
Depois o código é inserível em documentos LaTeX, ou podem só exportar a imagem para os formato EPS. PDF ou PNG.
Já agora, este gráfico foi utilizado para este exercício de revisão que disponibilizo no meu site de explicações...
Requer que se saiba um bocadinho da 'linguagem' Tikz, mas podem fazer como eu: exportar o código a partir do GeoGebra e modificá-lo para satisfazer as vossas necessidades.
Está disponível em http://www.hackenberger.at/blog/ktikz-editor-for-the-tikz-language/
Este software deixa-vos visualizar o gráfico em tempo real, à medida que escrevem o código.
Depois o código é inserível em documentos LaTeX, ou podem só exportar a imagem para os formato EPS. PDF ou PNG.
Já agora, este gráfico foi utilizado para este exercício de revisão que disponibilizo no meu site de explicações...
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terça-feira, 29 de outubro de 2013
Um teste...
Estou a testar o aplicativo do blogger para o meu tablet. É simples, tem algumas coisas de que gosto, outras de que não gosto, mas, no final, merece pontuação positiva.
Ter a hipótese de escrever um texto enquanto estou editado no sofá, ou à mesa é algo que merece o meu respeito.
Não morro de amores pelo corrector ortográfico, e não tem nada a ver com o AO90... Mas penso que devo conseguir habituar-me.
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sexta-feira, 22 de março de 2013
A crise e o software livre
Uma das coisas que me impressiona em tempos de crise é as escolas e estabelecimentos de ensino superior terem licenças para software proprietário, quando existem alternativas livres.
Bem, temos vários problemas: desde contratos que foram assinados há algum tempo, a lobbies e mesmo falta de vontade em mudar.
Em muitas situações (não todas) o software livre oferece alternativas mais baratas, e igualmente eficientes no que diz respeito à sua aplicabilidade.
Por exemplo há quase uma década que uso um Office livre (inicialmente o Apache openOffice e mais tarde o Libreoffice).
Para programar uso ferramentas GNU. Nomeadamente os compiladores GCC, e o GNU Octave, embora também use muitas vezes o Scilab.
O meu sistema operativo para trabalho é o Debian, e posso continuar a lista, mas não vale a pena porque já perceberam a ideia.
Numa altura em que temos todos de apertar os cintos, será mesmo boa política investir em software proprietário que nem é desenvolvido no nosso país?
Será que é assim tão boa ideia até recorrer a software que já expirou a licença ou a software pirata (por não haver licenças suficientes) quando há alternativas decentes gratuitas?
Já agora, aproveito para dar um recado a algumas grandes empresas:
Lamento Microsoft, mas nem um computador com Windows 8 está nas possibilidades da minha carteira.
Lamento Apple, um Mac com um MacOS X recente também está fora das minhas possibilidades.
Lamento Sony. A minha última Playstation foi e continua a ser a PS2...
Seja como for, eu ainda estou bastante satisfeito com o meu Debian, e com o meu já muito velhinho Scratchy, o meu dual core T5600@1.83GHz com 2Gb de RAM.
Até à próxima, e comecem a pensar no software livre...
No meu caso, eu vou pensar no hardware livre.
Bem, temos vários problemas: desde contratos que foram assinados há algum tempo, a lobbies e mesmo falta de vontade em mudar.
Em muitas situações (não todas) o software livre oferece alternativas mais baratas, e igualmente eficientes no que diz respeito à sua aplicabilidade.
Por exemplo há quase uma década que uso um Office livre (inicialmente o Apache openOffice e mais tarde o Libreoffice).
Para programar uso ferramentas GNU. Nomeadamente os compiladores GCC, e o GNU Octave, embora também use muitas vezes o Scilab.
O meu sistema operativo para trabalho é o Debian, e posso continuar a lista, mas não vale a pena porque já perceberam a ideia.
Numa altura em que temos todos de apertar os cintos, será mesmo boa política investir em software proprietário que nem é desenvolvido no nosso país?
Será que é assim tão boa ideia até recorrer a software que já expirou a licença ou a software pirata (por não haver licenças suficientes) quando há alternativas decentes gratuitas?
Já agora, aproveito para dar um recado a algumas grandes empresas:
Lamento Microsoft, mas nem um computador com Windows 8 está nas possibilidades da minha carteira.
Lamento Apple, um Mac com um MacOS X recente também está fora das minhas possibilidades.
Lamento Sony. A minha última Playstation foi e continua a ser a PS2...
Seja como for, eu ainda estou bastante satisfeito com o meu Debian, e com o meu já muito velhinho Scratchy, o meu dual core T5600@1.83GHz com 2Gb de RAM.
Até à próxima, e comecem a pensar no software livre...
No meu caso, eu vou pensar no hardware livre.
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