Em 2008, os meus planos eram gastar apenas 2 anos neste mestrado.
Mas como a vida nunca me corre bem, regressaram problemas de saúde que já deviam ter morrido,apareceram problemas na casa onde vivia, e neste momento... a minha conta bancária está "a zeros".
Por motivos de saúde... pode ser complicado envergar pela via de
"estudante-trabalhador".
Há 3 anos que não tenho um ano normal.
Desta vez, estou mesmo à espera de uma solução que venha do céu.
Posso dar explicações... há alguém interessado?
Se chumbarem é de graça...[ e eu fico na mesma...]
quarta-feira, 15 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Adeus... até um dia
Chegou a altura de começar a empacotar as coisas... Dentro de um mês e picos regresso definitivamente à Madeira.
Vou apenas fazer mais uma ou duas disciplinas, transferir o meu processo médico para o hospital do Funchal, pedir um certificado de todas as cadeiras que fiz (vou pedir que o mandem para a Madeira).
Devo andar longe do blog por uns bons tempos.
Regresso um dia...
Até lá!
Obrigado a todos os que por aqui passaram ao longo dos anos.
PS1: Morte ao regime (dita)tutorial/torturial no ensino superior.
PS2: Evitem ter mais de 2 cadeiras em regime tutorial... mas o melhor mesmo é: FUJAM disso.
PS3: Nem todos os regimes tutoriais são torturiais... mas garanto que depois de um torturial, o melhor a fazer é fugir dos tutoriais.
Vou apenas fazer mais uma ou duas disciplinas, transferir o meu processo médico para o hospital do Funchal, pedir um certificado de todas as cadeiras que fiz (vou pedir que o mandem para a Madeira).
Devo andar longe do blog por uns bons tempos.
Regresso um dia...
Até lá!
Obrigado a todos os que por aqui passaram ao longo dos anos.
PS1: Morte ao regime (dita)tutorial/torturial no ensino superior.
PS2: Evitem ter mais de 2 cadeiras em regime tutorial... mas o melhor mesmo é: FUJAM disso.
PS3: Nem todos os regimes tutoriais são torturiais... mas garanto que depois de um torturial, o melhor a fazer é fugir dos tutoriais.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
Obrigação moral
Abandonando mais um (e desta vez último) mestrado, tenho a obrigação moral de divulgar o que me aconteceu, nem que seja apenas para garantir que o mesmo não acontece a outras pessoas...
Qual a forma mais correcta de o fazer?
E a pergunta realmente séria... E agora? O que é que vou fazer?
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sábado, 28 de maio de 2011
Jogo psicológico
"Tu já desististe de um mestrado.
Se desistes deste não és aceite em mais lado nenhum.
Vais fazer o que eu quero como eu quero."
Se desistes deste não és aceite em mais lado nenhum.
Vais fazer o que eu quero como eu quero."
Anónimo - 2008
Sim, eu concordo, a última frase é indecente... Foi-me dita por um professor que eu vou manter em anonimato, num semestre em que eu andava com quatro cadeiras em regime tutorial.
Depois disto, não sou obrigado a ter de aturar o mau humor nem os maus dias desse professor tendo eu estado recentemente hospitalizado e a tentar evitar situações de stress...
Aliás... neste momento, depois do último e-mail que recebi, eu até faço questão de não voltar a tê-lo como professor... mesmo que isso implique desistir disto tudo, que é o que estou a pensar seriamente em fazer.
O stress faz-me mal.
Depois disto, não sou obrigado a ter de aturar o mau humor nem os maus dias desse professor tendo eu estado recentemente hospitalizado e a tentar evitar situações de stress...
Aliás... neste momento, depois do último e-mail que recebi, eu até faço questão de não voltar a tê-lo como professor... mesmo que isso implique desistir disto tudo, que é o que estou a pensar seriamente em fazer.
O stress faz-me mal.
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Num mundo à parte
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Star Trek Enterprise
Enterprise foi a última série de Star Trek produzida para TV. Passava-se no século XXII e era uma prequela à série Star Trek original, e a todos os seus "spin-offs" (Star Trek - The next generation, Star Trek - Deep Space Nine, Star Trek - Voyager, e ainda, os 10 primeiros filmes Star Trek)
Mas os problemas de fazer uma prequela para um produto com tantas histórias, começaram logo no primeiro episódio.
A humanidade lançou para o espaço a NX-01 Enterprise... Nave que não aparecia no primeiro filme Star Trek, onde o Almirante James T. Kirk mostra "todas as anteriores naves Enterprise".
Num episódio de Star Trek (a série original) diz-se que o primeiro contacto com o Klingons foi um desastre... Bem, de facto, o primeiro Klingon que aparece em Enterprise supostamente foi o primeiro visto pelos humanos.. leva um tiro.
A Enterprise tinha um aspecto mais sofisticado e avançado que a USS Enterprise NCC 1701 da série dos anos 60, que se passava no século XXIII.
Apareceram Ferengis e Borgs com quem supostamente a humanidade só teria o primeiro contacto no século XXIV (em episódios de Star Trek, The next generation), e as broncas sucederam-se, até ao princípio da 4ª época.
Os escritores meteram uma "Temporal Cold War" como história de background e que bem aproveitada poderia, vá, lá por exemplo, colocar explícitamente Enterprise numa realidade paralela.
Mas isso não aconteceu...
Num episódio, algures na primeira época alguém do futuro impediu a explosão da Enterprise. Isto seria suficiente para os escritores conseguirem dar a volta à história e mandar-nos para a tal realidade paralela...(nop.. não o fizeram)
Até ao fim da 2ª época as audiencias foram descendo.
Os produtores decidiram voltar a colocar "Star Trek" no nome da série, passando a chamar-se "Star Trek Enterprise".
Não foi a mudança de nome, nem alterações de enrredo que melhoraram significativamente as audiencias.
No princípio da 4ª época a série melhorou imenso: corrigiram-se aspectos das épocas anteriores e colocram-se mais de acordo com o que se passava nas séries dos dois séculos seguintes. Mas as alterações vieram tarde e a série foi cancelada (infelizmente).
O último episódio... passou-se num holodeck, no século XXIV com personagens de Star Trek The Next generation... esquecendo que os actores envelheceram durante os anos desde o fim da série, o último episódio de Star Trek Enterprise foi colocado dentro de um episódio da última época de Star Trek The Next Generation... com um Will Riker envelhecido relativamente ao Will Riker que tínhamos visto nesse episódio, em Star Trek TNG.
Mau final de série, para uma série que podia ser épica.
Se esquecermos que a série devia ser uma prequela de Star Trek, a série foi muito boa. Mas.. haviam décadas de Star Trek a respeitar...Os produtores cometeram o grave erro de esquecer que a audiencia era a mesma.
Quando JJ Abrams pegou em Star Trek para produzir o filme de 2009, com uma viagem no tempo modificou completamente o universo Trek, e deixou bem claro num diálogo entre os oficiais na "bridge" da Enterprise, que estavam numa realidade alternativa a todo o universo trek conhecido. Assim os escritores ficaram com liberdade para inventar o que lhes apetecer e sem as restrições de décadas de história de Star Trek a respeitar.
Esta teria sido a melhor abordagem para Star Trek Enterprise.
As personagens não eram más... as histórias também não... Só a contínuidade é que foi violada.

Mas os problemas de fazer uma prequela para um produto com tantas histórias, começaram logo no primeiro episódio.
A humanidade lançou para o espaço a NX-01 Enterprise... Nave que não aparecia no primeiro filme Star Trek, onde o Almirante James T. Kirk mostra "todas as anteriores naves Enterprise".
Num episódio de Star Trek (a série original) diz-se que o primeiro contacto com o Klingons foi um desastre... Bem, de facto, o primeiro Klingon que aparece em Enterprise supostamente foi o primeiro visto pelos humanos.. leva um tiro.
A Enterprise tinha um aspecto mais sofisticado e avançado que a USS Enterprise NCC 1701 da série dos anos 60, que se passava no século XXIII.
Apareceram Ferengis e Borgs com quem supostamente a humanidade só teria o primeiro contacto no século XXIV (em episódios de Star Trek, The next generation), e as broncas sucederam-se, até ao princípio da 4ª época.
Os escritores meteram uma "Temporal Cold War" como história de background e que bem aproveitada poderia, vá, lá por exemplo, colocar explícitamente Enterprise numa realidade paralela.
Mas isso não aconteceu...
Num episódio, algures na primeira época alguém do futuro impediu a explosão da Enterprise. Isto seria suficiente para os escritores conseguirem dar a volta à história e mandar-nos para a tal realidade paralela...(nop.. não o fizeram)
Até ao fim da 2ª época as audiencias foram descendo.
Os produtores decidiram voltar a colocar "Star Trek" no nome da série, passando a chamar-se "Star Trek Enterprise".
Não foi a mudança de nome, nem alterações de enrredo que melhoraram significativamente as audiencias.
No princípio da 4ª época a série melhorou imenso: corrigiram-se aspectos das épocas anteriores e colocram-se mais de acordo com o que se passava nas séries dos dois séculos seguintes. Mas as alterações vieram tarde e a série foi cancelada (infelizmente).
O último episódio... passou-se num holodeck, no século XXIV com personagens de Star Trek The Next generation... esquecendo que os actores envelheceram durante os anos desde o fim da série, o último episódio de Star Trek Enterprise foi colocado dentro de um episódio da última época de Star Trek The Next Generation... com um Will Riker envelhecido relativamente ao Will Riker que tínhamos visto nesse episódio, em Star Trek TNG.
Mau final de série, para uma série que podia ser épica.
Se esquecermos que a série devia ser uma prequela de Star Trek, a série foi muito boa. Mas.. haviam décadas de Star Trek a respeitar...Os produtores cometeram o grave erro de esquecer que a audiencia era a mesma.
Quando JJ Abrams pegou em Star Trek para produzir o filme de 2009, com uma viagem no tempo modificou completamente o universo Trek, e deixou bem claro num diálogo entre os oficiais na "bridge" da Enterprise, que estavam numa realidade alternativa a todo o universo trek conhecido. Assim os escritores ficaram com liberdade para inventar o que lhes apetecer e sem as restrições de décadas de história de Star Trek a respeitar.
Esta teria sido a melhor abordagem para Star Trek Enterprise.
As personagens não eram más... as histórias também não... Só a contínuidade é que foi violada.
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Star Trek
Kobayashi Maru :Vade retro regime tutorial
Sugestão de amigo: Nunca se inscrevam em cursos (licenciaturas, pósgraduações, mestrados, doutoramentos, pós-docs, etc's) com várias cadeiras em regime tutorial. Nalgumas delas, perdem direitos, só têm deveres, e ainda têm de "ouvir" opiniões (erradas e injustas) de pessoas que acham que têm o direito de julgar e se meter na vossa vida, e de vos negar direitos que teriam se a cadeira funcionasse em regime normal...(Como por exemplo, o direito a ter problemas de saúde).
Este é um Kobayashi Maru que (quase seguramente) vai me fazer não acabar este mestrado... nem mais nenhum mestrado em lado nenhum.
Este é um Kobayashi Maru que (quase seguramente) vai me fazer não acabar este mestrado... nem mais nenhum mestrado em lado nenhum.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Kobayashi Maru (2)
Para quem não conhece o significado de Kobayashi Maru.
Em Star Trek II - The wrath of Kahn (1982), é um cenário de vitória impossível. Noto, que não é de vitória difícil, mas sim de vitória impossível. Quem quiser saber de mais detalhes que veja o filme.... O Star Trek de 2009 também aborda o conceito, mas percebe-se melhor no filme 1982.
[No de 2009 vemos Kirk a fazer batota e a vencer o cenário e por isso não ficamos com a ideia de vitória impossível]
Kobayashi Maru é o nome de uma nova secção deste blog, sobre situações de "vitória impossível"
Em Star Trek II - The wrath of Kahn (1982), é um cenário de vitória impossível. Noto, que não é de vitória difícil, mas sim de vitória impossível. Quem quiser saber de mais detalhes que veja o filme.... O Star Trek de 2009 também aborda o conceito, mas percebe-se melhor no filme 1982.
[No de 2009 vemos Kirk a fazer batota e a vencer o cenário e por isso não ficamos com a ideia de vitória impossível]
Kobayashi Maru é o nome de uma nova secção deste blog, sobre situações de "vitória impossível"
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Kobayashi Maru (I)
Muitas vezes temos de fazer escolhas e somos confrontados com as consequencias dessas mesmas escolhas.
As minhas escolhas são consequencias de um grande conjunto de factores, e costuma ter em vista o melhor cenário possível.
Por vezes esse "melhor cenário" possível é mau, levando-me a pensar que ou decidi mal, ou então... "se isto é assim nem quero pensar como seria se eu tivesse decidido de outra forma".
Mas, olhando para trás...vejo a única forma de tomar decisões de outra forma seria sabendo o que sei hoje, e que por pior que seja a minha situação, ela é a melhor possível.
De facto... por vezes a vida é uma bonita trampa.
As minhas escolhas são consequencias de um grande conjunto de factores, e costuma ter em vista o melhor cenário possível.
Por vezes esse "melhor cenário" possível é mau, levando-me a pensar que ou decidi mal, ou então... "se isto é assim nem quero pensar como seria se eu tivesse decidido de outra forma".
Mas, olhando para trás...vejo a única forma de tomar decisões de outra forma seria sabendo o que sei hoje, e que por pior que seja a minha situação, ela é a melhor possível.
De facto... por vezes a vida é uma bonita trampa.
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