segunda-feira, 14 de março de 2016

Mais um dia do pi.

Hoje é dia internacional do pi. É dia de eu ir ao facebook ler 3,14-adas, 3,14159-adas e até piadas.

Eu, andando sem computador, vou ficando com trabalho atrasado (só tenho computador, o scratchy, quando chego a casa ao fim da noite).
No entanto tenho o telemóvel, dados e um tablet durante o dia. Com o acesso remoto (ssh, sftp, vnc...) consigo aceder ao scratchy, quando o deixo ligado [o que não é lá grande ideia, por motivos que não me apetece revelar].
Por vezes adianto trabalho. Mas não é a mesma coisa!
Se com o tablet e até telemóvel consigo escrever e compilar remotamente código ou mesmo LaTeX, bem... gastar dados pagos para isso, não me agrada.
No caso de fichas de trabalho (para uso em explicações) eu tenho um modelo em LibreOffice que me permite inserir LaTeX.
Neste momento tenho de recriar o mesmo modelo 100% em TeX/LaTeX,visto que... infelizmente, agora é mais prático.
Portanto, em princípio, neste ano não há ficha especial do dia do pi.
Mudando de assunto, tenho aqui neste blog, um texto de há duas semanas com um número invulgar de visitas, e que não foi partilhado no facebook (nem tem likes. Nem deixaram comentários!
Eu quero acreditar que foi por timidez e não por eu só aceitar comentários sem acordo ortográfico. Só que, sem comentários não percebo o porquê de tantas visitas. O texto é assim tão bom? Ou pelo contrário, é assim tão mau?
Se alguém decidir responder: atenção, eu estava a falar a sério! Aqui não entra acordo ortográfico. Prefiro erros de português por ignorância ou desleixo (como os meus) a erros por imposição alegadamente oficial.

Happy pi day...
(Um amigo da fcul um dia respondeu-me a isto com "Oh meu amigo, não havia necessidade.")

domingo, 13 de março de 2016

: (

Em Setembro de 2014, partilhei convosco este post, sobre o desaparecimento do meu antigo colega de licenciatura e amigo Ricardo Alho. Ainda há pouco, numa pesquisa no google encontrei esta macabra (e mal contada) história.
Ok, é verdade que até tenho andado ocupado e não passo o dia no facebook. Mas neste momento a notícia tem 147 partilhas e eu não vi uma única! Não sei se de facto os restos encontrados são dele ou não. Não sei o resultado das análises dos peritos. Se de facto é ele, gostaria de perceber como é que uma pessoa vai do Funchal ao Curral sem ser vista. Recordo que foto dele apareceu nos jornais e redes sociais. Ninguém o viu? Caramba!
Se não é ele... como é que os documentos dele acabaram ali?
Sou só eu a achar isto estranho?
Espero que um dia as autoridades, se descobrirem algo, o divulguem ... Boa noite.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Um crime contra a Camacha, um crime contra os camacheiros.

A minha terra, a Camacha, na ilha da Madeira, foi o sítio onde pela primeira vez se jogou futebol em Portugal.
Facto esse, celebrado na Achada, centro da Camacha com um muro e uma estátua em latão frente ao muro...
Na passada Terça-feira fui surpreendido ao entrar no facebook. Uma foto do muro sem a estátua, com a notícia de que a estátua tinha sido roubada!
A indignação é geral. A notícia naturalmente já foi avançada na comunicação social, e é assunto de discussão nas redes sociais e nos cafés.
Tirando a minha indignação pelo roubo e por alguns comentários mais infelizes (mas infelizmente já habituais) de algumas pessoas, não tenho nada mais a acrescentar, mas faço a minha parte dando a notícia aqui no blog.
ACTUALIZAÇÃO: no próprio dia em que publiquei este texto, o referido objecto foi recuperado. Assim que me for possível deixo novo texto sobre o assunto.

quarta-feira, 2 de março de 2016

O tempo tem fama de ser bom professor...

Recentemente, um dos meus computadores, justamente aquele que eu costumava utilizar para escrever nos meus blogues teve um problema sério. Parece-me problema da placa gráfica ou da motherboard.
Estando dentro da garantia, limitei-me a entregá-lo onde o comprei.
Quando estiver pronto, ligam-me.
Bem... Este texto está a ser escrito num telemóvel. Afinal, o computador não é assim tão insusbstituível para esta função. Mas é-o para fazer fichas de trabalho para os meus explicandos, ou para escrever e testar programas, ou para outras coisas.
... ou será que não? Eu já programei e fiz fichas de exercícios num tablet...
Ok, afinal, o meu computador até é substituível. E com o passar dos anos, aprendi que as pessoas também são.
Aliás, o meu velhinho Scratchy, para mim, tem mais valor que algumas pessoas. O Scratchy, foi o computador que me acompanhou durante anos, e que hoje em dia é o meu servidor de multimédia, e computador de processamento numérico.
Aprendi a afastar-me de quem me julga sem me conhecer, ou de quem me complica a vida e espera que eu aceite por haver pessoas com a vida mais complicada. Aprendi a manter a distância de quem na verdade, não merece proximidade. E isso trouxe-me paz, sossego e saúde.
Até saúde!
Obrigado tempo.
Mas vê lá se ajudas os tipos a despacharem o meu outro computador, ou vou ter de chatear o Scratchy.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Pingus


Regressando ao mundo dos jogos opensource, disponíveis para Windows, MacOS, Linux e também Android, hoje vou falar-vos de Pingus.
Conheci este jogo pelo KNOPPIX, a distribuição live de Linux. A propósito, tenho uma pen com um Knoppix 7.6.1 modificado em "português" de Portugal (este texto foi escrito nesse linux), as aspas são porque existem algumas coisas com erros ortográficos (entenda-se: AO90), e provavelmente, num post futuro darei instruções de como o fazer, e o procedimento pode ser adaptado por exemplo para português do Brasil, ou outra língua qualquer que seja suportada pela distribuição Debian.
Regressando ao jogo. Bem, é um bom entretenimento, e é fantástico. Recentemente consegui entreter crianças e adultos com ele!
O objectivo, é, em cada nível fazer chegar um número determinado de pinguins à saída... sabendo que cada pinguim (ok, pingu) pode ter uma ou outra habilidade que deve ser utilizada para atingir os objectivos.
Soa familiar? Sim, deve soar visto que é um clone do clássico Lemmings!

Pingus está disponível para download gratuito em http://pingus.seul.org e na Google Play store.
Divirtam-se!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Epa! Já estamos em 2016 e eu ainda não publiquei nada!

Estejam descansados. Estou vivo! Entre escrever código, dar explicações, andar às voltas com alguns problemas matemáticos acabei por não andar com cabeça para vir cá escrever alguma coisa que preste.
Aliás, não é que a mensagem de hoje seja "alguma coisa que preste".
Hoje eu tinha de vir cá! Foi o dia em que oficialmente se detectaram pela primeira vez ondas gravitacionais!
Isto do "oficialmente" leva-me a perguntar-me quantas descobertas não oficiais andam por aí.
Mas cuidado, é mesmo necessário que os resultados sejam confirmados por equipas diferentes, para podermos aceitá-los.
Não podia vir em melhor altura. No princípio do ano seguinte àquele em que se comemorou o centenário da teoria da relatividade geral, "confirmou-se que Einstein estava certo".
Um cenário que não acho piada em explicações e que neste ano me aconteceu algumas vezes foi o de haverem pedidos "em vésperas de exames". Ora, se eu só tivesse alunos nas vésperas de exames morria à fome! Portanto, tenho alunos de vários graus de ensino, e dificilmente consigo satisfazer procuras de vésperas.
Não tem nada a ver com eu não concordar com os alunos que "estudam de véspera". É que não dá mesmo! Recuso-me a preparar material de um dia para o outro. Se eu tenho os conhecimentos presentes? Muito provavelmente tenho! Se estou disposto a adaptar-me a quem só decidiu procurar-me alguns dias antes do exame, tendo eu alunos "regulares" que de uma forma ou de outra exigem sempre algum trabalho prévio (recorde-se por exemplo que o 10º ano é novo e tenho de passar a pente fino o material que tenho a fim de decidir o que partilho ou não com os explicandos...)
Enfim. De véspera... boa sorte!

Por hoje é tudo. Até breve!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Feliz Natal... ou... que a Força esteja convosco.

Passaram onze anos desde o episódio III de Star Wars. Trinta e dois desde o episódio VI, "O regresso do Jedi" (bem... pelo menos na legenda do meu DVD). Estava na altura de um novo Star Wars. Pertencendo a LucasFilms à Disney, só lamento que Buzz LightYear não tenha sido um dos personagens (vá lá, não me digam que isto conta como spoiler...). No geral gostei do filme, e portanto, penso que a melhor mensagem que posso vos dar é mesmo : "Que a Força esteja convosco".
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