Até agora, a minha experiência com o Windows 10 não é má mas tem tido alguns acidentes.
Não tenho gostado de deixar o meu portátil a hibernar, algumas horas depois, ainda antes tirá-lo da mochila verificar que está ligado.
Ou, ao deixá-lo a carregar, ver uma mensagem a dizer 10% carregado, falta 1 minuto para acabar de carregar.
Ok, na verdade o que eu não gosto é que seja mentira...
É um Windows. É novo. É normal que tenha alguns bugs.
Por outro lado, o meu computador com Debian Wheezy tem funcionado muito bem... excepto se eu mandá-lo hibernar. Se eu mandá-lo hibernar, ele hiberna. Mas, o arranque seguinte, é um arranque normal, ele não recupera o estado pré-hibernação.
Só que aqui, a culpa pode ser minha porque andei a modificar o sistema para optimizar a resolução de alguns problemas de natureza numérica. E naturalmente, como qualquer pessoa de bom senso, fugi da ("nova") interface Gnome (eu uso o XFCE).
Globalmente, o meu Linux, ainda está melhorzito que o meu Windows. Vou mesmo ter é de passar a evitar hibernações, que na teoria são muito úteis. Na prática, com bugs destes, vou ter de passar a evitá-las.
No princípio de Setembro vou investigar a possibilidade de migrar de Debian Wheezy para Debian Jessie (sim, os nomes das versões são personagens do Toy Story). Estando eu bem com o meu Debian, poucas coisas me darão motivação para a migração...
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
O Sol quando nasce não é para todos
Chegou ao meu conhecimento que o jornal Sol passou a adoptar o acordo ortográfico.
Mais um que perdeu a minha consideração.
Há custa deste "acordo", há uns anos que leio mais em inglês do que em português. Nunca um acordo fez tanto pela língua inglesa!
É vergonhoso, como um acordo anti-consticional, aprovado com pareceres de pessoas que não são, e com base no que fizeram, não podem ser considerados peritos na língua consegue vergar tanta gente.
Sinto repúdio por toda esta gente que nos governa. Considero criminosa esta "imposição".
Não há quem faça justiça? A nossa língua não merece?
Mais um que perdeu a minha consideração.
Há custa deste "acordo", há uns anos que leio mais em inglês do que em português. Nunca um acordo fez tanto pela língua inglesa!
É vergonhoso, como um acordo anti-consticional, aprovado com pareceres de pessoas que não são, e com base no que fizeram, não podem ser considerados peritos na língua consegue vergar tanta gente.
Sinto repúdio por toda esta gente que nos governa. Considero criminosa esta "imposição".
Não há quem faça justiça? A nossa língua não merece?
sábado, 29 de agosto de 2015
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Futurologia com probabilidades e estatística???
Prever o futuro não é coisa simples. No post anterior, referi o falhanço dos escritores de Star Trek - The Next Generation preverem que alguém demonstraria o "Último Teorema de Fermat" antes do século XXIV.
Alguns anos mais tarde, curiosamente, num episódio de Star Trek Deep Space Nine entitulado Statistical Probabilities, um grupo de seres humanos geneticamente modificados, com base em dados do presente (deles) tenta prever o futuro.
Usar Probabilidades e Estatística (e outra Matemática) para prever o futuro não é uma ideia nova. Por exemplo, Isaac Asimov já o tinha feito antes.
Ora, qualquer que seja o teste Estatístico, está associado a margens de erro.
No episódio de Deep Space Nine, a certa altura, deixam de acreditar nas previsões dos humanos "avançados", não por qualquer erro de cálculo, mas porque eram demasiado pessimistas. Na verdade, o tal futuro previsto tem problemas porque muitas variáveis não foram incluídas.
Aliás, vários aspectos "futuristas" do universo Star Trek têm a sua piada. Por exemplo, comparar um comunicador do James T. Kirk da série original dos anos (19)60 a um smartphone actual leva uma pessoa a pensar: "O futuro é isto? O meu telemóvel é melhor".
Ou os ecrãs dos comunicadores do século XXIV, usados nas séries Star Trek The Next Generation, Star Trek Deep Space Nine e Star Trek Voyager que têm o triplo ou o quadruplo da espessura, por exemplo, do ecrã do meu portátil.
E no caso do Star trek, há um fenómeno engraçado. Algumas tecnologias actuais foram criadas aproveitando ideias da série.
Ou seja, dando-nos uma forma distorcida de "se olhas para o futuro, alteras o futuro".
Sobre o futuro, não temos certezas. Temos intervalos de confiança, que são limitados. Temos testes de hipóteses, que dependem dos dados que temos.
E se algum dia tivermos uma máquina que permita viajar no tempo, os futuros que visitarmos, certamente não serão os futuros que viveremos (...).
Alguns anos mais tarde, curiosamente, num episódio de Star Trek Deep Space Nine entitulado Statistical Probabilities, um grupo de seres humanos geneticamente modificados, com base em dados do presente (deles) tenta prever o futuro.
Usar Probabilidades e Estatística (e outra Matemática) para prever o futuro não é uma ideia nova. Por exemplo, Isaac Asimov já o tinha feito antes.
Ora, qualquer que seja o teste Estatístico, está associado a margens de erro.
No episódio de Deep Space Nine, a certa altura, deixam de acreditar nas previsões dos humanos "avançados", não por qualquer erro de cálculo, mas porque eram demasiado pessimistas. Na verdade, o tal futuro previsto tem problemas porque muitas variáveis não foram incluídas.
Aliás, vários aspectos "futuristas" do universo Star Trek têm a sua piada. Por exemplo, comparar um comunicador do James T. Kirk da série original dos anos (19)60 a um smartphone actual leva uma pessoa a pensar: "O futuro é isto? O meu telemóvel é melhor".
Ou os ecrãs dos comunicadores do século XXIV, usados nas séries Star Trek The Next Generation, Star Trek Deep Space Nine e Star Trek Voyager que têm o triplo ou o quadruplo da espessura, por exemplo, do ecrã do meu portátil.
E no caso do Star trek, há um fenómeno engraçado. Algumas tecnologias actuais foram criadas aproveitando ideias da série.
Ou seja, dando-nos uma forma distorcida de "se olhas para o futuro, alteras o futuro".
Sobre o futuro, não temos certezas. Temos intervalos de confiança, que são limitados. Temos testes de hipóteses, que dependem dos dados que temos.
E se algum dia tivermos uma máquina que permita viajar no tempo, os futuros que visitarmos, certamente não serão os futuros que viveremos (...).
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Star Trek
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Star Trek: Deep Space Nine
O universo Star Trek sempre foi um universo que me cativou pelas suas histórias e pela sua tecnologia (Se alguém quiser me oferecer um holodeck, eu não recuso).
Se me vão perguntar se eu acredito que o unverso está cheio de planetas habitados por humanóides, como no universo Star trek, aí eu respondo-vos "tenham juizo".
Não vi a série Deep Space Nine na TV. Sei que a primeira "temporada" (eu prefiro "época") passou em Portugal na TVI, numa altura em que eu não tinha TVI em casa.
Só que os canais portugueses nunca foram grande coisa para séries de Star Trek.
Por exemplo, a RTP parou a transmissão de Star Trek Voyager no último episódio da 3ª época, que acabou com um cliffanger (Ainda tenho o episódio gravado numa cassete VHS).
A Internet acabou por me mostrar o resto da série, e ainda me apresentar Star Trek Deep Space Nine (DS9).
O meu primeiro episódio de DS9 foi o episódio The visitor (4ª época, 3º episódio).
Episódio suficientemente bom para me deixar curioso pelo resto da série, que com o passar dos anos
acabei por ver. Podem ver que o episódio está bem classificado no IMDB, e podem ver um resumo por lá, visto que não o farei aqui.
Deep Space Nine, contrariamente a todas as séries e filmes que tinha visto anteriormente (Star Trek: The Next Generation, Star Trek: the animated series, Star Trek Voyager, e Star Trek I, II, III, IV, V, e VI), passa-se numa estação mineira construida por escravos Bajoran para os Cardassian, logo após o fim da ocupação do planeta Bajor pelos Cardassian e a descoberta, no primeiro episódio, de um Wormhole para o quadrante gama.
Bem escrito, com episódios com alguma ambiguidade moral (por exemplo, a forma obscura e pouco ética com que Garak fez os Romulan entrar na guerra contra o Dominion, num dos melhores episódios de sempre de uma série de TV), mostraram um universo muito mais áreas de cinzento que as outras séries.
Há até um episódio em que Jadzia Dax diz estar a trabalhar numa demonstração do último Teorema de Fermat, com a abordagem mais inovadora desde Andrew Wiles, que Jean Luc Picard simplesmente ignora em Star Trek The Next Generation (2ª época, episódio 12- the royale , que mereceu um texto no meu blog anterior)
Na verdade Picard ignora, e diz mesmo que o teorema ainda não foi demonstrado, só porque o episódio estreou em 1989 e a prova foi apresentada em 1995. Fazer futurologia matemática, não parecia estar no sangue dos escritores de Star Trek.
Ainda hoje esta é uma série que vale a pena ver!
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Star Trek
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Hello pretty.
Sobre o post anterior, Teen Wolf não é uma má série... mas não está no topo das minhas preferências.
Confesso que cheguei a ver alguns episódios da série só pela actriz Crystal Reed.
Abandonou a série, e o meu interesse foi-se. As histórias não me cativam, nem os personagens.
Ok, eu gosto de raparigas giras! E depois?
Agora atenção, beleza não é tudo... (e é algo que por vezes se perde com a idade).
Há algumas (aliás, muitas...) beldades que abrindo a boca conseguem por-me a milhas.
O Andrew Garfield foi um tipo de sorte. Além de ter conseguido, por dois filmes o papel de Peter Parker/Spiderman conseguiu conquistar a actriz Emma Stone. E eram um par engraçado.
A beleza está nos olhos de quem a vê, e nos dias de hoje... é um conceito bem artificial.
Crê-se que a biologia "programou-nos" com certos impulsos, mas sendo seres racionais, muitos desses impulsos conseguem ser controlados, e por vezes esmagados.
Na franshise Star Trek, os Vulcan são uma espécie tão controlada e "desemocional". Esse excesso de controlo perde-se uma vez a cada sete anos, altura em que se inicia o Pon Far (googlem o assunto), e esse controlo tira umas férias. Penso que o mesmo deve se passar com os seres humanos, mas psicologia séria não faz parte dos meus dotes.
Entre um Teen Wolf, e uma Supergirl, prefiro dar uma hipótese à Supergirl.
(Aqui, vamos esquecer actrizes, e os vários uniformes, eu gosto da personagem...)
A nova série que está prestes a estrear não me inspira muita confiança, mas vou esperar para ver.
Não há tempo para ver TV nos horários "oficiais", mas hoje em dia isso não quer dizer nada. Hoje em dia temos a possibilidade de ver o que quisermos quando quisermos, graças a coisas como o NetFlix, As gravações automáticas, e a software como o Xbmc/Kodi,
Só que confesso que ultimamente, a TV, quando está ligada, é só para fazer barulho de fundo, ando ocupado e não presto assim muita atenção.
Bom... vou ver se consigo por o sono em dia. Até amanhã.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Comic Con Portugal 2015
http://www.comic-con-portugal.com/
Hum... a tentação é grande!
Teen Wolf?... A tentação começa a reduzir...
Hum... a tentação é grande!
Teen Wolf?... A tentação começa a reduzir...
Etanol? Quanto mais longe melhor. E linguas de trapo também!
Hoje é daqueles dias em que tenho uma pilha de coisas para fazer mas não consigo me concentrar em nenhuma.
O motivo? Tenho um familiar dentro de casa que tem um problema sério com alcool, não admite nem reconhece, e quando bebe, entre outras coisas não deixa ninguém dormir. Desde Domingo não dormi grande coisa!
Mas pior do que isso, são os familiares que não vivem aqui em casa, já foram informados, mas tratam-nos como se fossemos mentirosos, andam por aí a espalhar boatos sobre nós, e pior do que isso, vão embebedado esse meu familiar, reduzindo as minhas horas de sono diárias.
Este mundo está bem cheio de sacanas. Vai haver um dia em que depois de uma dúzia de directas vou estar irritado o suficiente para partir a cara a alguém...
Nesse dia, se encontrarem este blog sem texto, é porque parti a mão (na cara de alguém) ou estou numa esquadra.
A parte gira nesta história é que o meu nome é Carlos Paulo. Há quem me conheça por Carlos, e quem me conheça por Paulo.
Assim, por vezes, eu Paulo, ouço histórias do Carlos, e vice versa.
É bom conhecer as pessoas à nossa volta. À medida que o tempo passa vai aumentando a lista de pessoas a evitar...
Raio de arrogantes que acham que sabem o que se passa na minha vida ou dentro da minha casa melhor do que eu!
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