(Fonte:blogger.com)
Engraçado, porque eu próprio não uso Windows. Sou um dos utilizadores de Linux e de Android... e as estatísticas das minhas visualizações não são contabilizadas. Eu uso indiferenciadamente Chrome e Firefox
domingo, 6 de julho de 2014
Já não há personagens seguras...
Hoje em dia, nas séries de TV americanas de maior sucesso, a moda é matar personagens principais.
Começando pelo famosissimo Game of Thrones, passando por The walking dead e acabando em Teen Wolf (uma série baseada no filme dos anos 80 com o mesmo nome)
Não é que seja novidade... por exemplo, no final dos anos anos 80 em Star Trek The next generation, na primeira época mataram a personagem Tasha Yar,.... mas agora parece que é pré-requisito para uma série de sucesso,
Fico espantado é quando personagens com papeis importantes morrem a pedido do actor que lhes dá vida... Mas em séries de fantasia e ficção científica, nunca se deve olhar para a morte como sendo definitiva, contrariamente à vida real.
Confesso que embora seja a moda... não gosto, e é um dos motivos que justifica o facto de apesar de já ver pouca TV, cada vez ver menos.
Penso que ao menos nos documentários do texto da passada Quinta-feira não devem andar a matar personagens à toa...
Começando pelo famosissimo Game of Thrones, passando por The walking dead e acabando em Teen Wolf (uma série baseada no filme dos anos 80 com o mesmo nome)
Não é que seja novidade... por exemplo, no final dos anos anos 80 em Star Trek The next generation, na primeira época mataram a personagem Tasha Yar,.... mas agora parece que é pré-requisito para uma série de sucesso,
Fico espantado é quando personagens com papeis importantes morrem a pedido do actor que lhes dá vida... Mas em séries de fantasia e ficção científica, nunca se deve olhar para a morte como sendo definitiva, contrariamente à vida real.
Confesso que embora seja a moda... não gosto, e é um dos motivos que justifica o facto de apesar de já ver pouca TV, cada vez ver menos.
Penso que ao menos nos documentários do texto da passada Quinta-feira não devem andar a matar personagens à toa...
(Des)Emprego e (ausência de) planos futuros.
Tendo em conta que tenho uma licenciatura pré Bolonha e frequentei dois mestrados com cerca de 75% da parte curricular feita em cada um deles... eu tenho mais cadeiras feitas que muitas pessoas com uma licenciatura à bolonhesa e dois mestrados.em Matemática
Mas, em termos práticos, se juntar a minha idade, isso complica-me a vida quando procuro emprego (nem vou falar dos meus problemas de saúde...)
Em http://www.euro-math-soc.eu/jobs-map, há uma lista de empregos para pessoas formadas em Matemática... Regra geral, pessoas doutoradas, e já agora com artigos publicados.
No meu caso, não está nos meus planos tirar doutoramento (já sonhei com isso...)
Nem mesmo um mestrado (também já esteve... pelo menos duas vezes)
Artigos? (ok, isso mantenho em aberto)
Mas, na remotissima hipótese de eu voltar a pensar nisso, há umas coisas a ter em conta:
Com tanto "não"... estão mesmo a ver que é altamente improvável. Só que como qualquer ser humano, tenho contas para pagar. Portanto... vou dando explicações, que está bem longe de ser o meu "emprego" de sonho.
:| I'm so screwed...
Mas, em termos práticos, se juntar a minha idade, isso complica-me a vida quando procuro emprego (nem vou falar dos meus problemas de saúde...)
Em http://www.euro-math-soc.eu/jobs-map, há uma lista de empregos para pessoas formadas em Matemática... Regra geral, pessoas doutoradas, e já agora com artigos publicados.
No meu caso, não está nos meus planos tirar doutoramento (já sonhei com isso...)
Nem mesmo um mestrado (também já esteve... pelo menos duas vezes)
Artigos? (ok, isso mantenho em aberto)
Mas, na remotissima hipótese de eu voltar a pensar nisso, há umas coisas a ter em conta:
- Não volto a injectar um tostão meu numa instituição de ensino superior (ou seja, se for eu a ter despesa, nem pensar)
- Não aceito um programa com aulas obrigatórias (a experiência mostrou-me várias vezes que muitas aulas são um desperdício de tempo, prefiro trabalhar ao meu ritmo em casa e não perder tempo, para além de que se um professor torna as aulas obrigatórias é porque já sabe que as suas aulas não valem nada e os alunos escapam se puderem).
- Não aceito avaliações contínuas (a minha saúde já me pregou várias partidas no passado... e não é uma avaliação contínua que vai avaliar se no final eu realmente sei tudo o que é suposto saber. Fora isso, no ano lectivo 2006/2007 fizeram-me a avaliação contínua mais anormal da minha vida.. por falar nisso.. vem o ponto a seguir)
- Recuso-me a trabalhar com pessoas que no passado já me arranjaram problemas (gato escaldado de água fria tem medo: recordo por exemplo que já tive notas dadas sem qualquer avaliação objectiva, ou a tal situação estranha de avaliação contínua...)
- Não estou minimamente interessado em regime tutorial (quando um regime tutorial se torna torturial, nunca mais queremos ver nada semelhante na vida)
- Ter boas instalações médicas (nomeadamente umas urgências) por perto - Recordo que já estive hospitalizado várias vezes- as duas últimas vezes foram durante o segundo mestrado- E já tive vários episódios que me levaram às urgências..
Com tanto "não"... estão mesmo a ver que é altamente improvável. Só que como qualquer ser humano, tenho contas para pagar. Portanto... vou dando explicações, que está bem longe de ser o meu "emprego" de sonho.
:| I'm so screwed...
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Nem sei que etiqueta pôr nisto
sexta-feira, 4 de julho de 2014
A Matemática das calculadoras
O uso de uma calculadora científica ou gráfica numa sala de aula no 3º ciclo ou no ensino secundário é ainda hoje assunto e muita polémica.
Tanto os programas antigos como os novos contemplam o seu uso para a resolução (por vezes só mesmo aproximada) de problemas (e como toda a gente deve saber, há problemas que só se podem resolver mesmo aproximadamente, portanto, a melhor forma é mesmo recorrendo à tecnologia).
Explicar a um aluno o que é uma recta ou uma qualquer curva de regressão é simples, e mostrar-lhe como se obtém essa curva com uma calculadora gráfica actual também é uma tarefa simples (e está previsto nos actuais programas do secundário, para algumas curvas) .
Mas ...quando falamos de explicar-lhe a Matemática que está por detrás dessas regressões, bem... "a calculadora faz" parece-me insuficiente como justificação.
Os que chegarem ao ensino superior e tiverem uma boa cadeira de Estatística verá as fórmulas dos coeficientes da recta dos mínimos quadrados deduzida, e a partir dessa provavelmente deduzirá, como exercício, os coeficientes para as outras curvas.
Como matemático, não gosto de usar "receitas" que não sei de onde vêm, mas ao utilizar um software ou uma calculadora, é isso que se está a fazer no secundário.
Na verdade, exigir a um aluno de secundáio ou 3º ciclo que compreenda a dedução das fórmulas das rectas os mínimos quadrados é capaz de ser demasiado. .
Para utilizar uma TV não é exigido a quase nenhum telespectador que compreenda como funciona....quase nenhum, ou seja, alguém tem de perceber aquilo.
O mesmo se passa com Matemática...
Exigir a um aluno do ensino secundário que saiba que ao pressionar a tecla COS, a calculadora está a utilizar uma série de Maclaurin, se calhar é muito e não faz sentido. Mas a um do superior, sim já faz sentido.
Em Matemática, estar a formar "utilizadores" parece-me ser um mal necessário. A alternativa, no caso da trigonometria seriam as tabelas trigonométricas", no caso da regressão, dar fórmulas.
E o que se deve fazer quando a calculadora dá um erro por estar a utilizar um algoritmo ou uma fórmula que não percebemos de onde veio?
As curvas de regressão são importantes para áreas como a Física, a Química ou a economia, portanto, penso que é boa ideia estarem num programa de Matemática, e no secundário. não perceber como é que a calculadora faz aquilo é aceitável.
Quando falamos de programas comerciais, tipo o Mathematica, o problema é um pouco mais grave, pois tipicamente quem trabalha com ele já acabou o secundário... e o programa não é livre, isto é, os autores não são obrigados a explicar a ninguém como é que o Mathematica faz as coisas. A filosofia "O Mathematica faz" pode servir para um físico ou engenheiro, mas deve ser inaceitável para um matemático, ou algum cientista ou engenheiro mais curioso....
Ter uma Matemática concentrada apenas nos resultados de máquinas é muito mau.. Compreender os métodos e modelos utilizados pelas máquinas, pelo menos quando são simples, devia ser obrigatório para todos os matemáticos que usam essas máquinas..
Uma vez que se impõe o uso de calculadoras, penso que um capítulo de introdução à computação numérica no ensino secundário faria todo o sentido para todos os alunos.
PS: Se alguém tentar comentar este texto "insultando" alguma versão dos programas do secundário, o ministério ou ministro da educação, a APM ou a SPM, ou algum dos seus membros, verá o seu comentário eliminado, e em caso de exagero... desactivo os comentários.
Tanto os programas antigos como os novos contemplam o seu uso para a resolução (por vezes só mesmo aproximada) de problemas (e como toda a gente deve saber, há problemas que só se podem resolver mesmo aproximadamente, portanto, a melhor forma é mesmo recorrendo à tecnologia).
Explicar a um aluno o que é uma recta ou uma qualquer curva de regressão é simples, e mostrar-lhe como se obtém essa curva com uma calculadora gráfica actual também é uma tarefa simples (e está previsto nos actuais programas do secundário, para algumas curvas) .
Mas ...quando falamos de explicar-lhe a Matemática que está por detrás dessas regressões, bem... "a calculadora faz" parece-me insuficiente como justificação.
Os que chegarem ao ensino superior e tiverem uma boa cadeira de Estatística verá as fórmulas dos coeficientes da recta dos mínimos quadrados deduzida, e a partir dessa provavelmente deduzirá, como exercício, os coeficientes para as outras curvas.
Como matemático, não gosto de usar "receitas" que não sei de onde vêm, mas ao utilizar um software ou uma calculadora, é isso que se está a fazer no secundário.
Na verdade, exigir a um aluno de secundáio ou 3º ciclo que compreenda a dedução das fórmulas das rectas os mínimos quadrados é capaz de ser demasiado. .
Para utilizar uma TV não é exigido a quase nenhum telespectador que compreenda como funciona....quase nenhum, ou seja, alguém tem de perceber aquilo.
O mesmo se passa com Matemática...
Exigir a um aluno do ensino secundário que saiba que ao pressionar a tecla COS, a calculadora está a utilizar uma série de Maclaurin, se calhar é muito e não faz sentido. Mas a um do superior, sim já faz sentido.
Em Matemática, estar a formar "utilizadores" parece-me ser um mal necessário. A alternativa, no caso da trigonometria seriam as tabelas trigonométricas", no caso da regressão, dar fórmulas.
E o que se deve fazer quando a calculadora dá um erro por estar a utilizar um algoritmo ou uma fórmula que não percebemos de onde veio?
As curvas de regressão são importantes para áreas como a Física, a Química ou a economia, portanto, penso que é boa ideia estarem num programa de Matemática, e no secundário. não perceber como é que a calculadora faz aquilo é aceitável.
Quando falamos de programas comerciais, tipo o Mathematica, o problema é um pouco mais grave, pois tipicamente quem trabalha com ele já acabou o secundário... e o programa não é livre, isto é, os autores não são obrigados a explicar a ninguém como é que o Mathematica faz as coisas. A filosofia "O Mathematica faz" pode servir para um físico ou engenheiro, mas deve ser inaceitável para um matemático, ou algum cientista ou engenheiro mais curioso....
Ter uma Matemática concentrada apenas nos resultados de máquinas é muito mau.. Compreender os métodos e modelos utilizados pelas máquinas, pelo menos quando são simples, devia ser obrigatório para todos os matemáticos que usam essas máquinas..
Uma vez que se impõe o uso de calculadoras, penso que um capítulo de introdução à computação numérica no ensino secundário faria todo o sentido para todos os alunos.
PS: Se alguém tentar comentar este texto "insultando" alguma versão dos programas do secundário, o ministério ou ministro da educação, a APM ou a SPM, ou algum dos seus membros, verá o seu comentário eliminado, e em caso de exagero... desactivo os comentários.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Cosmos & Through the Wormhole
Para quem gosta de ciência recomendo, para esta época, duas excelentes séries de documentários
Cosmos, a space time odyssey (actual classificação imdb:9.5)
.
Trough the wormhole (actual classificação imdb:9.0)
Para mais informação sobre cada uma das séries, clicar sobre as imagens. Será levado para o site imdb.
Com sorte, encontrará episódios no youtube...
Espero que gostem.
Cosmos, a space time odyssey (actual classificação imdb:9.5)
.
Trough the wormhole (actual classificação imdb:9.0)
Para mais informação sobre cada uma das séries, clicar sobre as imagens. Será levado para o site imdb.
Com sorte, encontrará episódios no youtube...
Espero que gostem.
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documentários
quarta-feira, 2 de julho de 2014
A preparar material...
Uma vez que não devo ter alunos para a 2ª fase do 12º ano, comecei a prepara material para o próximo ano lectivo.
A menos que me apareçam outras propostas aliciantes, (mais) continuarei a dar explicações.
Acabei de actualizar o pdf de testes intermédios de 9º ano, e em breve actualizo o de exames.
O de intermédios de Matemática A de 11º foi actualizado em Março e não há nada a alterar.
Este material, mantenho disponível gratuitamente online no meu blog de explicações.
O meu material de 10º ano será totalmente reestruturado em função dos novos programas...
À partida não devo disponibilizar este material no blog, mas, nunca se sabe, posso mudar de ideias!
A menos que me apareçam outras propostas aliciantes, (mais) continuarei a dar explicações.
Acabei de actualizar o pdf de testes intermédios de 9º ano, e em breve actualizo o de exames.
O de intermédios de Matemática A de 11º foi actualizado em Março e não há nada a alterar.
Este material, mantenho disponível gratuitamente online no meu blog de explicações.
O meu material de 10º ano será totalmente reestruturado em função dos novos programas...
À partida não devo disponibilizar este material no blog, mas, nunca se sabe, posso mudar de ideias!
terça-feira, 1 de julho de 2014
Algum material do professor William Trench
Há alguns meses recebi um email do autor destes textos que me pediu para divulgar esta informação.
Passei os olhos. Gostei de algumas das coisas que vi e reencaminhei para vários amigos e colegas, e agora, passados alguns meses deixo a informação aqui no blog, disponível para toda a gente.
The following items can be downloaded free of charge from Digital.Commons@Trinity:
Passei os olhos. Gostei de algumas das coisas que vi e reencaminhei para vários amigos e colegas, e agora, passados alguns meses deixo a informação aqui no blog, disponível para toda a gente.
The following items can be downloaded free of charge from Digital.Commons@Trinity:
1. ELEMENTARY DIFFERENTIAL EQUATIONS
previously published by Brooks/Cole Thomson Learning, 2000,
2. ELEMENTARY DIFFERENTIAL EQUATIONS WITH BOUNDARY VALUE PROBLEMS,
previously published by Brooks/Cole Thomson Learning, 2000,
3. STUDENT SOLUTIONS MANUAL FOR ELEMENTARY DIFFERENTIAL EQUATIONS AND
ELEMENTARY DIFFERENTIAL EQUATIONS WITH BOUNDARY VALUE PROBLEMS
previously published by Brooks/Cole Thomson Learning, 2000.
4. INTRODUCTION TO REAL ANALYSIS
previously published by Pearson Education, 2003,
5. FUNCTIONS DEFINED BY IMPROPER INTEGRALS
previously published by Harper & Row, 1978,
6. THE METHOD OF LAGRANGE MULTIPLIERS,
previously published by Harper & Row, 1978.
These items have all been judged to meet the evaluation criteria set by the
Editorial Board of the American Institute of Mathematics in connection with the
Institute's Open Textbook Initiative
They may be copied, modified, redistributed, translated, and built upon subject
to the Creative Commons Attribution-NonCommercial- ShareAlike 3.0 Unported
License
For further information, see
Digital Commons Network / Mathematics Commons
segunda-feira, 30 de junho de 2014
As coisas que se lêem e as suas consequências.
O meu pequeno texto de Sábado sobre o limite considerado "universitário", deve ter sido o texto mais visitado dos últimos anos.
Recebeu vários comentários que o bom senso obrigou-me a não autorizar a publicação.
Alguns dos comentários eram acusações sem sentido, outros apontavam supostas falhas do sistema educativo, outros... enfim,.demonstravam a ignorância de quem os escreveu.
Finalmente acabei por proibir mais comentários nesse texto.
Eu simplesmente apresentei uma resolução de um limite, que apenas exige conhecimentos que são, ou deviam ser obtidos no ensino secundário, com os actuais programas (em vigor há vários anos), para refutar uma afirmação feita numa notícia.
A afirmação é grave porque quem está fora do assunto pode acreditar mesmo que estão a sair conteúdos de nível universitário nos exames nacionais! Tal não é verdade! Pelo menos, ainda... e para bem dos nossos alunos espero que nunca!
O problema é que uma notícia destas também é lida por alunos e encarregados de educação! E agora? A quem cabe a responsabilidade de informar que a notícia é um autêntico disparate?
Se esquecermos a irresponsabilidade da afirmação e o que está em jogo a situação é bem anedótica...e garanto que dei umas boas gargalhadas quando li a notícia pela primeira vez.
É como dizer a uma criança saudável de dois anos, que exigir que ela deixe de usar fraldas só faz sentido quando ela tiver mais de 18 anos... É óbvio que aos 18, é suposto não usar fralda... mas também é suposto ter começado muito mais cedo!.
Ainda tenho umas migalhas de esperança de que a afirmação tenha sido mal percebida pelo jornalista, que o suposto autor não tenha dito tal disparate.
Quando o fluxo de comentários disparatados/reprováveis cresceu, optei por ir ao site da notícia remover o meu comentário com um link para este blog.
Para meu azar, não consegui remover um dos meus comentários...
Com sorte, muitos desses leitores não voltarão.
Como certamente terão notado, neste blog, também deixei de aceitar comentários escritos ao abrigo do imposto Acordo Ortográfico de 1990.
É o meu protesto contra a ditadura que se vive em Portugal, onde o prestígio e uma economia manipulada são mais importantes do que um povo.
Não reconheço ao estado português o direito de me impor essa escrita artificial, e não a aceitarei aqui.
Recebeu vários comentários que o bom senso obrigou-me a não autorizar a publicação.
Alguns dos comentários eram acusações sem sentido, outros apontavam supostas falhas do sistema educativo, outros... enfim,.demonstravam a ignorância de quem os escreveu.
Finalmente acabei por proibir mais comentários nesse texto.
Eu simplesmente apresentei uma resolução de um limite, que apenas exige conhecimentos que são, ou deviam ser obtidos no ensino secundário, com os actuais programas (em vigor há vários anos), para refutar uma afirmação feita numa notícia.
A afirmação é grave porque quem está fora do assunto pode acreditar mesmo que estão a sair conteúdos de nível universitário nos exames nacionais! Tal não é verdade! Pelo menos, ainda... e para bem dos nossos alunos espero que nunca!
O problema é que uma notícia destas também é lida por alunos e encarregados de educação! E agora? A quem cabe a responsabilidade de informar que a notícia é um autêntico disparate?
Se esquecermos a irresponsabilidade da afirmação e o que está em jogo a situação é bem anedótica...e garanto que dei umas boas gargalhadas quando li a notícia pela primeira vez.
É como dizer a uma criança saudável de dois anos, que exigir que ela deixe de usar fraldas só faz sentido quando ela tiver mais de 18 anos... É óbvio que aos 18, é suposto não usar fralda... mas também é suposto ter começado muito mais cedo!.
Ainda tenho umas migalhas de esperança de que a afirmação tenha sido mal percebida pelo jornalista, que o suposto autor não tenha dito tal disparate.
Quando o fluxo de comentários disparatados/reprováveis cresceu, optei por ir ao site da notícia remover o meu comentário com um link para este blog.
Para meu azar, não consegui remover um dos meus comentários...
Com sorte, muitos desses leitores não voltarão.
Como certamente terão notado, neste blog, também deixei de aceitar comentários escritos ao abrigo do imposto Acordo Ortográfico de 1990.
É o meu protesto contra a ditadura que se vive em Portugal, onde o prestígio e uma economia manipulada são mais importantes do que um povo.
Não reconheço ao estado português o direito de me impor essa escrita artificial, e não a aceitarei aqui.
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