segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Uma pergunta que ninguém faz

Penso que muita gente ainda não tem consciência do que aí vem...

Hum... É verdade. Porquê atravessar o Mediterrâneo e não optar por um país vizinho?
Contrariamente ao que sugere a imagem, não há respostas únicas e absolutas.
No facebook e nos jornais já li sobre muçulmanos que, nos barcos que transportam refugiados, deitaram famílias cristãs à água.
Não sei se é verdade, mas sei que é verdade que são pouco tolerantes.
Também recordo algumas notícias recentes sobre violações em que o tribunal condenou a violada...

O grande problema destas notícias é saber o que é verdade e o que não é. Vamos acreditar que são apenas boatos?
Por exemplo, a notícia de o estado islâmico conseguir infiltrar cerca de 4000 terroristas na Europa, fazendo-se passar por refugiados.
Se for treta, não temos nada a temer. Se for verdade, teremos 4000 terroristas numa Europa de vários milhões, e espero que esses milhões esmaguem esses 4000, mas servirá de lição a estes idiotas que acharam boa ideia distribuir os refugiados por toda a Europa.
Aliás, esta história de quotas obrigatórias de refugiados para toda a União Europeia é no mínimo dos mínimos ridícula!

domingo, 6 de setembro de 2015

"Férias"...

De momento tenho alguns dias livres, embora deva começar nesta semana com explicações de 12º.


Dias para acabar de redesenhar o meu site pessoal, este blog e o meu blog de explicações.
Ainda quero escrever um programa "tabela de verdade" para calculadoras Texas Instruments.
(Alguém interessado em oferecer-me uma TI-84 Plus CE ou uma TI-Nspire CX CAS ? )
Fazer versões actualizadas dos cadernos/pdf's de exames, pelo menos de Matemática B e Matemática de 9º ano.
O de Matemática A 12º já está pronto.
O de Matemática B 11º, está em andamento. Tenho de fazer umas correcções face à versão anterior, para além de adicionar os exames de 2015, mas penso que deve ser o próximo a ficar pronto.
O de Matemática 9º, deste ano, ainda nem comecei...

A parte final passa por actualizar o script LaTeX utilizado nos anos anteriores e por a correr numa consola Linux,recorrendo ao TeX Live, ou em Windows recorrendo ao MikTeX.

Na verdade tenho usado imensas ferramentas. Algumas estão listadas na segunda página dos pdf que disponibilizo.

Fora estes trabalhos mais informáticos, tenho de preparar mais material para o novo programa de Matemática A 10º ano, pois já me chegaram pedidos de explicação, e o que tenho é de longe insuficiente.

Na verdade, o que eu gostaria de fazer era ir para ali estudar alguns assuntos que estão em modo de pausa há algum tempo.
Começo a receber notícias dos meus explicandos a informar-me que entraram no ensino superior.

Tendo em conta a minha experiência pessoal, muitas vezes não sei se deva dar-lhes os parabéns ou os meus pêsames.

Olhando à volta, absolutamente ninguém tem a minha história. Todos têm histórias diferentes, com características bem distintas. Algumas histórias bem stressantes, mas a maioria teve uma passagem "limpa", sem incidentes, o que leva quem mal me conhece e por algum motivo cruza-se com episódios da minha história pessoal, a duvidar de mim.

Tenho coisas mais interessantes para fazer.

Mas não me pagam contas... pelo menos ainda.


sábado, 5 de setembro de 2015

Refugiados na Europa...

Isto cheira a esturro. Já li imenso disparate, e também já vi muita gente disposta a ajudar.
Só que, a Europa neste momento já tem problemas que cheguem.
Por mim, mandava os refugiados só para a Alemanha e a França.
Países como Portugal, que têm, neste momento imensas chatices, não me parecem ser capazes de dar esses refugiados o apoio que merecem.
Atenção, não sou contra a migração. Portugal é um país de emigrantes, e embora o negue, o actual primeiro ministro "mandou-nos" emigrar. Os portugueses espalhados pelo resto do mundo têm sido bem acolhidos, e Portugal deve fazer o mesmo, acolher bem.
Mas vejamos: Um país onde o primeiro ministro (embora o negue) mandou emigrar, é capaz de dar uma vida decente a pessoas que chegam cá tendo absolutamente nada?
Eu próprio estou desempregado desde 2004, tenho a conta bancária a zeros (tendo em conta o que se tem passado nos bancos em Portugal, ter a conta a zeros é boa política, e tem imensa piada quando recebemos uma conta de IRS para pagar onde só nos falam das hipóteses de pagar com multibanco ou cheque embora aceitem outras formas de pagamento).
Tenho dado explicações em part-time!

Tentei tirar mestrados, para ter (pelo menos no papel) mais habilitações (na verdade... tenho mais habilitações que muitas pessoas com um mestrado à bolonhesa, só não tenho um papel a confirmá-lo). Mestrados, com o resultado que se viu, só serviram para esvaziar a minha conta bancária e arranjar algumas dívidas.
E como posso provar, não foi por incompetência da minha parte. Há ali histórias bem estranhas que deviam ter consequências, mas não tiveram.
Portugal é um país onde se pode fazer muita m**** e sair impune.

Portanto, país de "oportunidade"... só se for mesmo para gastar, principalmente em impostos.
Portugal é um país desigual.

Até eu estou seriamente a pensar em sair daqui, e a pensar no que faria noutro lado dadas as minhas habilitações!

Se conseguirem criar colónias habitáveis em Marte no meu tempo de vida, sou capaz de aceitar ir viver para lá.
Mas vejam lá, habitáveis e com alguma qualidade de vida... tipo, sabemos perfeitamente que vou precisar de uma gravidade que o meu organismo aguente para poder viver lá, para nem falar de oxigénio, comida, condições para agricultura (agricultor em Marte deve ficar bem num C.V.)

Voltando aos refugiados, mais uma vez, os palhaços que nos governam pensam mais nas aparências do que nas consequências. Aceitar refugiados "para ficar bem na fotografia" pode sair mal quando os refugiados começarem a sofrer dos mesmos problemas que o resto dos portugueses, ou pior ainda, a viver melhor que nós...

Seja como for, desejo felicidades aos refugiados e boa sorte nesta nova fase da vida. Só espero que se adaptem à vida e cultura europeia de forma pacífica.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Olá Jessie.

Acabei por actualizar o meu Debian Wheezy para Debian Jessie.
Ainda preciso de afinar algumas configurações, mas no geral estou satisfeito.
Para não variar, o meu ambiente X, quando o uso, continua a ser o XFCE
Um ambiente gráfico deve ser leve e funcional, e isso é algo que o XFCE consegue. No entanto, em vez de tentar herdar as configurações do xfce anteriores ao upgrade, revelou-se mais conveniente e menos problemático, criar configurações novas, visto que por algum motivo, a nova versão fez um mau trabalho ao tentar herdar configurações.
Foi a segunda vez que fiz um upgrade a uma distribuição sem grandes problemas.
No passado, algumas tentativas de upgrade obrigaram-me a instalar um sistema de raiz e a restaurar dados a partir de backups,mas desta vez, as coisas correram mais ou menos bem.

PS: aquele bug sobre hibernação que referi há dias foi-se. Agora funciona tudo bem. Para quem ainda usa Debian Wheezy, há uma nova actualização, para Debian 7.9, disponibilizada hoje, dia 5 de Setembro.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Hum... Janelas e pinguins

Até agora, a minha experiência com o Windows 10 não é má mas tem tido alguns acidentes.
Não tenho gostado de deixar o meu portátil a hibernar, algumas horas depois, ainda antes tirá-lo da mochila verificar que está ligado.
Ou, ao deixá-lo a carregar, ver uma mensagem a dizer 10% carregado, falta 1 minuto para acabar de carregar.
Ok, na verdade o que eu não gosto é que seja mentira...
É um Windows. É novo. É normal que tenha alguns bugs.
Por outro lado, o meu computador com Debian Wheezy tem funcionado muito bem... excepto se eu mandá-lo hibernar. Se eu mandá-lo hibernar, ele hiberna. Mas, o arranque seguinte, é um arranque normal, ele não recupera o estado pré-hibernação. Só que aqui, a culpa pode ser minha porque andei a modificar o sistema para optimizar a resolução de alguns problemas de natureza numérica. E naturalmente, como qualquer pessoa de bom senso, fugi da ("nova") interface Gnome (eu uso o XFCE).
Globalmente, o meu Linux, ainda está melhorzito que o meu Windows. Vou mesmo ter é de passar a evitar hibernações, que na teoria são muito úteis. Na prática, com bugs destes, vou ter de passar a evitá-las.

No princípio de Setembro vou investigar a possibilidade de migrar de Debian Wheezy para Debian Jessie (sim, os nomes das versões são personagens do Toy Story). Estando eu bem com o meu Debian, poucas coisas me darão motivação para a migração...

domingo, 30 de agosto de 2015

O Sol quando nasce não é para todos

Chegou ao meu conhecimento que o jornal Sol passou a adoptar o acordo ortográfico.
Mais um que perdeu a minha consideração.
Há custa deste "acordo", há uns anos que leio mais em inglês do que em português. Nunca um acordo fez tanto pela língua inglesa!
É vergonhoso, como um acordo anti-consticional, aprovado com pareceres de pessoas que não são, e com base no que fizeram, não podem ser considerados peritos na língua consegue vergar tanta gente.
Sinto repúdio por toda esta gente que nos governa. Considero criminosa esta "imposição".
Não há quem faça justiça? A nossa língua não merece?

sábado, 29 de agosto de 2015

Um testemunho


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Futurologia com probabilidades e estatística???

Prever o futuro não é coisa simples. No post anterior, referi o falhanço dos escritores de Star Trek - The Next Generation preverem que alguém demonstraria o "Último Teorema de Fermat" antes do século XXIV.
Alguns anos mais tarde, curiosamente, num episódio de Star Trek Deep Space Nine entitulado Statistical Probabilities, um grupo de seres humanos geneticamente modificados, com base em dados do presente (deles) tenta prever o futuro.
Usar Probabilidades e Estatística (e outra Matemática) para prever o futuro não é uma ideia nova. Por exemplo, Isaac Asimov já o tinha feito antes.
Ora, qualquer que seja o teste Estatístico, está associado a margens de erro.
No episódio de Deep Space Nine, a certa altura, deixam de acreditar nas previsões dos humanos "avançados", não por qualquer erro de cálculo, mas porque eram demasiado pessimistas. Na verdade, o tal futuro previsto tem problemas porque muitas variáveis não foram incluídas.
Aliás, vários aspectos "futuristas" do universo Star Trek têm a sua piada. Por exemplo, comparar um comunicador do James T. Kirk da série original dos anos (19)60 a um smartphone actual leva uma pessoa a pensar: "O futuro é isto? O meu telemóvel é melhor".
Ou os ecrãs dos comunicadores do século XXIV, usados nas séries Star Trek The Next Generation, Star Trek Deep Space Nine e Star Trek Voyager que têm o triplo ou o quadruplo da espessura, por exemplo, do ecrã do meu portátil.
E no caso do Star trek, há um fenómeno engraçado. Algumas tecnologias actuais foram criadas aproveitando ideias da série.
Ou seja, dando-nos uma forma distorcida de "se olhas para o futuro, alteras o futuro".
Sobre o futuro, não temos certezas. Temos intervalos de confiança, que são limitados. Temos testes de hipóteses, que dependem dos dados que temos.
E se algum dia tivermos uma máquina que permita viajar no tempo, os futuros que visitarmos, certamente não serão os futuros que viveremos (...).
Este blog recusa-se a utilizar o Acordo Ortográfico de 1990