O caso de Maddie McCann é um caso que já ocupa os nossos jornais há anos, e não é para menos. O desaparecimento de crianças é algo que assusta todos os pais à face da Terra.
O caso continua a fazer correr tinta, a ocupar investigadores, jornalistas e comentadores.
Há todo o tipo de teorias, e , a julgar pelas conversas de café, pelos comentários às notícias e às redes sociais, a maioria da população já tem uma opinião formada, e até já tem culpados.
Ter uma opinião é muito diferente de saber o que se passou de facto. Acusar é fácil, e interpretar mal os factos ainda mais fácil é, e nem vou falar da facilidade com que as pessoas saltam para conclusões.
Independentemente da opinião que cada um possa ter, da forma como os factos vão sendo interpretados por uns e por outros, deixemos às autoridades fazer o seu trabalho, esperando que a verdade venha a público.
Não sei qual será o melhor desfecho para esta história, mas eu vou ficar-me pelo cenário positivo de Maddie McCann estar bem e de saúde e um dia ser reencontrada..
Os cenários menos positivos... penso que posso dispensar.
De uma forma ou de outra... eu,como muitos portugueses, gostaria de ver o fim desta história.
Sem mais fantochadas, com gente a cumprir penas pesadas, e com uma história muito bem contada.
PS: Entre falar disto e falar um ex-presidente da republica que vem fazer afirmações públicas pensando que o povo tem memória pública, prefiro falar disto...
terça-feira, 15 de outubro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
Eu, David Lagrange...
Recentemete, um jornal que não vou identificar por excrever em acordês, noticiou que alterações no facbook farão com qualquer pessoa possa encontrar um utilizador (usuário se estiver no Brasil.
No facebook eu partilhei a notícia e disse que mudaria o meu nome para "David Lagrange".
David Lagrange é um personagem de ficção de uma história que é contada num blog aqui na internet...
Não confundir com o físico/matemático Joseph Louis Lagrange.
Na verdade, para me encontrar na internet basta googlar o meu nome, e portanto mudar o meu nome no facebook na realidade não faz grande diferença (eu vou acabar por mudá-lo para o meu nome como estava...)
O meu objectivo é apenas mostrar que não estou contente com a atitude do facebook.
Estas (estúpidas) mudanças de política sem qualquer aviso prévio do Facebook directamente aos seus utilizadores são abusivas, principalmente para pessoas que sofrem algum tipo de perseguição online, ou que têm stalkers, ou que simplesmente querem anter alguma paz e sossego..
Assim sendo, por uns dias, no facebook, o meu nome é David Lagrange, comandante na frota de sua magnificiência o imperador Matemaníaco.
Claro que eu poderia abandonar o facebook.
Neste momento não é do meu interesse....
No facebook eu partilhei a notícia e disse que mudaria o meu nome para "David Lagrange".
David Lagrange é um personagem de ficção de uma história que é contada num blog aqui na internet...
Não confundir com o físico/matemático Joseph Louis Lagrange.
Na verdade, para me encontrar na internet basta googlar o meu nome, e portanto mudar o meu nome no facebook na realidade não faz grande diferença (eu vou acabar por mudá-lo para o meu nome como estava...)
O meu objectivo é apenas mostrar que não estou contente com a atitude do facebook.
Estas (estúpidas) mudanças de política sem qualquer aviso prévio do Facebook directamente aos seus utilizadores são abusivas, principalmente para pessoas que sofrem algum tipo de perseguição online, ou que têm stalkers, ou que simplesmente querem anter alguma paz e sossego..
Assim sendo, por uns dias, no facebook, o meu nome é David Lagrange, comandante na frota de sua magnificiência o imperador Matemaníaco.
Claro que eu poderia abandonar o facebook.
Neste momento não é do meu interesse....
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Facebook
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
O professor e o explicador
Há anos, quando dava aulas na Universidade da Madeira, durante a correcção de um exame notei que vários alunos usavam uma fórmula para resolver uma equação diferencial de 2ª ordem.
Só haviam dois problemas:
(Para os que não sabem muita Matemática: Em qualquer equação de qualquer tipo, uma forma de ver se uma solução está correcta, é substituir a solução na equação e verificar se se obtém uma proposição verdadeira, portanto,.... regra geral é relativamente simples verificar se uma solução é verdadeira*.)
Ao afixar as pautas, afixei também a fórmula correcta com um comentário do tipo:
"Para quem no problema X utilizou uma fórmula que não foi leccionada nas aulas, a fórmula correcta é esta.
Recomendo a esses alunos que tentem deduzir esta fórmula."
Na época seguinte, ninguém usou a fórmula, fizeram tudo exactamente como eu tinha ensinado...
Na verdade, a mim não me importava que os alunos tivessem explicações.
Queria mesmo era que percebessem o que estavam a fazer, e que no caso de "fórmulas mágicas", soubessem explicar como obter a fórmula sem ter de utilizar a frase "aprendi na explicação".
Agora, anos mais tarde, como explicador, tento sempre que os alunos consigam compreender e explicar o que fazem (o que nem sempre é tarefa fácil).
Há sempre um aluno novo que chega e diz "o professor do ano passado não gostava que a gente tivesse explicação".
Em Matemática "todos os caminhos vão dar a Roma", ou seja, há muitas formas de resolver um problema.
Por norma, tento que sejam os explicandos a desenvolver uma estratégia para isso, recorrendo apenas ao que foram aprendendo em Matemática ao longo de toda a sua vida (e ainda se lembram).
Mas vai haver sempre um que nas aulas em vez de explicar a sua abordagem ao problema, por preguiça vai dizer "aprendi na explicação" sem ter consciência que essa preguiça pode lhe sair-lhe cara, pois está a dar a entender ao professor que não percebeu a sua própria resolução...
E eu tenho de concordar com o professor: Isso é grave e tem de ser penalizado.
Se o aluno de facto é incapaz de explicar a sua resolução, a falha é do explicador.
Se o aluno é preguiçoso merece ser penalizado.
Sejamos claros, um aluno recorrer a explicação está longe de ser sinal de incompetência do professor, portanto não há razão para a suposta hostilidade dos professores para os alunos que recorrem a ela.
Quando há essa tal "hostilidade", regra geral, quem criou o problema foi o aluno...
(mas como não deixa de ser natural, há sempre excepções)
Por mim, até seria boa ideia esses tais "professores hostis" e explicadores conversarem de vez em quando.
Porque afinal de contas, são pessoas com papeis diferentes na vida dos alunos, e a tal "hostilidade" não nasceu do nada...
OBS: para algumas equações, verificar uma solução sem recorrer a meios tecnológicos pode ser complicado, como é o caso de uma solução de uma equação polinomial de terceiro grau em que a solução é dada pela soma de dois radicais cubicos graças à fórmula de Tartaglia, já anteriormente apresentada neste blog.
Só haviam dois problemas:
- eu não tinha dado aquela fórmula.
- as soluções obtidas pelos alunos estavam erradas.
(Para os que não sabem muita Matemática: Em qualquer equação de qualquer tipo, uma forma de ver se uma solução está correcta, é substituir a solução na equação e verificar se se obtém uma proposição verdadeira, portanto,.... regra geral é relativamente simples verificar se uma solução é verdadeira*.)
Ao afixar as pautas, afixei também a fórmula correcta com um comentário do tipo:
"Para quem no problema X utilizou uma fórmula que não foi leccionada nas aulas, a fórmula correcta é esta.
Recomendo a esses alunos que tentem deduzir esta fórmula."
Na época seguinte, ninguém usou a fórmula, fizeram tudo exactamente como eu tinha ensinado...
Na verdade, a mim não me importava que os alunos tivessem explicações.
Queria mesmo era que percebessem o que estavam a fazer, e que no caso de "fórmulas mágicas", soubessem explicar como obter a fórmula sem ter de utilizar a frase "aprendi na explicação".
Agora, anos mais tarde, como explicador, tento sempre que os alunos consigam compreender e explicar o que fazem (o que nem sempre é tarefa fácil).
Há sempre um aluno novo que chega e diz "o professor do ano passado não gostava que a gente tivesse explicação".
Em Matemática "todos os caminhos vão dar a Roma", ou seja, há muitas formas de resolver um problema.
Por norma, tento que sejam os explicandos a desenvolver uma estratégia para isso, recorrendo apenas ao que foram aprendendo em Matemática ao longo de toda a sua vida (e ainda se lembram).
Mas vai haver sempre um que nas aulas em vez de explicar a sua abordagem ao problema, por preguiça vai dizer "aprendi na explicação" sem ter consciência que essa preguiça pode lhe sair-lhe cara, pois está a dar a entender ao professor que não percebeu a sua própria resolução...
E eu tenho de concordar com o professor: Isso é grave e tem de ser penalizado.
Se o aluno de facto é incapaz de explicar a sua resolução, a falha é do explicador.
Se o aluno é preguiçoso merece ser penalizado.
Sejamos claros, um aluno recorrer a explicação está longe de ser sinal de incompetência do professor, portanto não há razão para a suposta hostilidade dos professores para os alunos que recorrem a ela.
Quando há essa tal "hostilidade", regra geral, quem criou o problema foi o aluno...
(mas como não deixa de ser natural, há sempre excepções)
Por mim, até seria boa ideia esses tais "professores hostis" e explicadores conversarem de vez em quando.
Porque afinal de contas, são pessoas com papeis diferentes na vida dos alunos, e a tal "hostilidade" não nasceu do nada...
OBS: para algumas equações, verificar uma solução sem recorrer a meios tecnológicos pode ser complicado, como é o caso de uma solução de uma equação polinomial de terceiro grau em que a solução é dada pela soma de dois radicais cubicos graças à fórmula de Tartaglia, já anteriormente apresentada neste blog.
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Ensino da Matemática
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Sobre o Jornal de Angola...
Angola é um país soberano. Os jornalistas angolanos deviam estar-se nas tintas para as elites portuguesas.
(ver : http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3466208)
Sem querer ser chato ou repetitivo....Esqueçam, eu quero mesmo ser repetitivo: Note-se que foi uma micro-elite que aprovou e impôs um tal de "Acordo Ortográfico", que os brasileiros dizem ( e com toda a razão) que precisa de correcções.
Precisa de correcções e já está a ser imposto em Portugal! Deviam ter percebido que a melhor correcção será mandá-lo para o balde do lixo, e que este AO só está a ser imposto em Portugal graças a meia dúzia de ditadorzecos ignorantes que nos governaram nos ultimos anos...
Portanto... vão mesmo "aturar" as opiniões das tais elites portuguesas? Sejam sérios e superiores..
Se alguém tem alguma coisa importante a dizer sobre Angola, esse alguém é o povo angolano e não as (pseudo) elites portuguesas. E na verdade essa deve ser a principal opinião que deve interessar aos jornais de Angola: a dos angolanos.
Quanto às elites portuguesas: Ó seus palhaços*! Olhem primeiro para o vosso país!
PS:* Mais uma vez, não pretendo ofender a nobre profissão de palhaço. No entanto aqueles a quem chamo palhaços "fazem-me rir" com a sua estupidez.
PS2: Mesmo podendo tratar-se apenas de uma busca de protagonismo por alguém do Jornal de Angola, eu não perco nada em dar a minha opinião... Esperem. Vendo bem, perdi 10 minutos a escrever isto.
(ver : http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3466208)
Sem querer ser chato ou repetitivo....Esqueçam, eu quero mesmo ser repetitivo: Note-se que foi uma micro-elite que aprovou e impôs um tal de "Acordo Ortográfico", que os brasileiros dizem ( e com toda a razão) que precisa de correcções.
Precisa de correcções e já está a ser imposto em Portugal! Deviam ter percebido que a melhor correcção será mandá-lo para o balde do lixo, e que este AO só está a ser imposto em Portugal graças a meia dúzia de ditadorzecos ignorantes que nos governaram nos ultimos anos...
Portanto... vão mesmo "aturar" as opiniões das tais elites portuguesas? Sejam sérios e superiores..
Se alguém tem alguma coisa importante a dizer sobre Angola, esse alguém é o povo angolano e não as (pseudo) elites portuguesas. E na verdade essa deve ser a principal opinião que deve interessar aos jornais de Angola: a dos angolanos.
Quanto às elites portuguesas: Ó seus palhaços*! Olhem primeiro para o vosso país!
PS:* Mais uma vez, não pretendo ofender a nobre profissão de palhaço. No entanto aqueles a quem chamo palhaços "fazem-me rir" com a sua estupidez.
PS2: Mesmo podendo tratar-se apenas de uma busca de protagonismo por alguém do Jornal de Angola, eu não perco nada em dar a minha opinião... Esperem. Vendo bem, perdi 10 minutos a escrever isto.
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Acordo Ortográfico
Acordês nas explicações de Matemática?
Sendo eu anti-imposição ortográfica, deparo regularmente com um daqueles "cenários de guerra":
Os putos chegam às explicações (de Matemática) com cadernos e livros totalmente escritos em acordês.
Sou eu que vou dizer a uma criança de 10/11 anos que não gosto de ver fracção escrita "fração" quando provavelmente nunca viu a palavra escrita de outra forma?
Aliás não é uma questão de "não gostar", é de não concordar.
Pior ainda:ter de escrever documentação em acordês para eles?
A linguagem matemática consegue ser muito sintética, portanto tenho como fugir em muitos casos, mas não posso dar a volta... vou ter de escrever em acordês.
Vou ter de arranjar forma de manter a sanidade e escrever em acordês e em português (portanto, do meu ponto de vista acordês não é português) sem me confundir....
Um adolescente de 16/17 anos ou um adulto até consegue estar-se nas tintas ou mesmo concordar comigo, e dizer que não concorda com este acordo.
Mas alguém saído da primária, já é "uma vítima de guerra".
O acordês foi imposto nas escolas, nos livros porque meia dúzia de (pseudo-)intelectuais decidiu impor "um acordo" a uma comunidade que fala português -- ou será falava? A ortografia está a mexer na oralidade.
Começo a achar que podiam chamar-lhe acordo "ortofonico".
Abaixo a vergonhosa imposição ortográfica!
Os putos chegam às explicações (de Matemática) com cadernos e livros totalmente escritos em acordês.
Sou eu que vou dizer a uma criança de 10/11 anos que não gosto de ver fracção escrita "fração" quando provavelmente nunca viu a palavra escrita de outra forma?
Aliás não é uma questão de "não gostar", é de não concordar.
Pior ainda:ter de escrever documentação em acordês para eles?
A linguagem matemática consegue ser muito sintética, portanto tenho como fugir em muitos casos, mas não posso dar a volta... vou ter de escrever em acordês.
Vou ter de arranjar forma de manter a sanidade e escrever em acordês e em português (portanto, do meu ponto de vista acordês não é português) sem me confundir....
Um adolescente de 16/17 anos ou um adulto até consegue estar-se nas tintas ou mesmo concordar comigo, e dizer que não concorda com este acordo.
Mas alguém saído da primária, já é "uma vítima de guerra".
O acordês foi imposto nas escolas, nos livros porque meia dúzia de (pseudo-)intelectuais decidiu impor "um acordo" a uma comunidade que fala português -- ou será falava? A ortografia está a mexer na oralidade.
Começo a achar que podiam chamar-lhe acordo "ortofonico".
Abaixo a vergonhosa imposição ortográfica!
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Acordo Ortográfico
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Tele-depressão.
Felizmente, não vejo muita TV, mas sempre que passo por uma que está num canal nacional, ou estão a dar um programa a anunciar a desgraça alheia, a transmitir telenovelas ou um reality-show.
Vamos tentar acreditar que eu tenho é má pontaria...
A verdade que a TV nacional não consegue me cativar, por vários motivos.
Um deles é, exactamente, ter de ler legendas em "acordês".
Ontem conheci via facebook, um exemplo em que em Portugal nunca houve hifen, no Brasil, dizem que há hifen, e no acordês mantem-se assim... é tão linda esta unificação ortográfica com duplas grafias. A palavra é sotavento/sota-vento. (Mas deixemo-nos de imposição ortográfica)
Deixei o blog de férias durante uma semana para ver se do meu texto da semana passada ainda vinham pessoas cá ao blog.
Pelas estatísticas... sim!
Não vou desiludir as pessoas, e portanto, vou continuar a escrever carlospaulices.
Vamos tentar acreditar que eu tenho é má pontaria...
A verdade que a TV nacional não consegue me cativar, por vários motivos.
Um deles é, exactamente, ter de ler legendas em "acordês".
Ontem conheci via facebook, um exemplo em que em Portugal nunca houve hifen, no Brasil, dizem que há hifen, e no acordês mantem-se assim... é tão linda esta unificação ortográfica com duplas grafias. A palavra é sotavento/sota-vento. (Mas deixemo-nos de imposição ortográfica)
Deixei o blog de férias durante uma semana para ver se do meu texto da semana passada ainda vinham pessoas cá ao blog.
Pelas estatísticas... sim!
Não vou desiludir as pessoas, e portanto, vou continuar a escrever carlospaulices.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Sobre os novos programas de Matemática do ensino básico...
Já li tanto disparate que me faz perguntar-me se quem os escreveu leu o mesmo programa que eu.
Acusações sem qualquer fundamento...
Eu seria o primeiro a opor-me se o objectivo fosse tornar o ensino básico num sistema bourbarquista, porque não o considero assim tão didáctico.
O sistema bourbaquista é muito bom para alguns matemáticos profissionais e muitos académicos das ciências exactas, mas está longe de ser o melhor quando se trata de sistema de ensino.
Antes de ler qualquer texto que opine sobre o novo programa, convém ler o programa, e já agora, formar uma opinião sobre ele.
Depois, quando se llê um texto que se opõe ao novo programa, convém ter em conta quem o escreveu.
Se foi alguém que esteve associado ao anterior programa, convém ler o texto com alguma suspeita.
Mesmo que o autor tenha razão em alguns pontos, convém não esquecer as falhas do programa anterior.
Um programa que na teoria era uma coisa, mas na prática trouxe-nos alguns desastres.
O rigor, a memorização e a compreensão devem fazer parte do ensino da Matemática.
Acho ridículo ver a fórmula fundamental da trigonometria ou a fórmula resolvente (das equações polinomias de 2º grau a uma incógnita) num formulário para o exame nacional de Matemática do final do ensino básico.
Essas coisas são para se saber! Não para serem dadas em formulários!
Não são coisas monstruosas nem de memorização difícil, nem mesmo de compreensão transcendente para um puto de 14-15 anos!
Existe um meio termo, mas olhando para os últimos anos, parece-me que o objectivo é só compreender/ perceber, mas ficar pouco ou nada na memória, portanto, ao que parece, saber muito pouco.
Se é isto que defendem, desculpem lá, mas os senhores não passam de uns palhaços e peço-lhes que não voltem a este blog.
Está bem.. a última linha é capaz de ser exagerada! Não é possível impedir pessoas específicas de lerem o meu blog.
Até à próxima.
Acusações sem qualquer fundamento...
Eu seria o primeiro a opor-me se o objectivo fosse tornar o ensino básico num sistema bourbarquista, porque não o considero assim tão didáctico.
O sistema bourbaquista é muito bom para alguns matemáticos profissionais e muitos académicos das ciências exactas, mas está longe de ser o melhor quando se trata de sistema de ensino.
Antes de ler qualquer texto que opine sobre o novo programa, convém ler o programa, e já agora, formar uma opinião sobre ele.
Depois, quando se llê um texto que se opõe ao novo programa, convém ter em conta quem o escreveu.
Se foi alguém que esteve associado ao anterior programa, convém ler o texto com alguma suspeita.
Mesmo que o autor tenha razão em alguns pontos, convém não esquecer as falhas do programa anterior.
Um programa que na teoria era uma coisa, mas na prática trouxe-nos alguns desastres.
O rigor, a memorização e a compreensão devem fazer parte do ensino da Matemática.
Acho ridículo ver a fórmula fundamental da trigonometria ou a fórmula resolvente (das equações polinomias de 2º grau a uma incógnita) num formulário para o exame nacional de Matemática do final do ensino básico.
Essas coisas são para se saber! Não para serem dadas em formulários!
Não são coisas monstruosas nem de memorização difícil, nem mesmo de compreensão transcendente para um puto de 14-15 anos!
Existe um meio termo, mas olhando para os últimos anos, parece-me que o objectivo é só compreender/ perceber, mas ficar pouco ou nada na memória, portanto, ao que parece, saber muito pouco.
Se é isto que defendem, desculpem lá, mas os senhores não passam de uns palhaços e peço-lhes que não voltem a este blog.
Está bem.. a última linha é capaz de ser exagerada! Não é possível impedir pessoas específicas de lerem o meu blog.
Até à próxima.
"Isso deve-se ao senhor não saber matemática"
"Isso deve-se ao senhor não saber matemática" - Foi a resposta que o Dr. Alberto João Jardim deu a um jornalista que o questionou sobre um alegado aumento da dívida da Madeira em 194 milhões no ano de 2012 (notícia original aqui).
Politiquices à parte, de facto o dr. Alberto João Jardim tem alguma razão. Muitos números são diariamente publicados e mal interpretados por imensa gente de várias áreas.
Mesmo no que diz respeito à dívida da Madeira.
E como a mentalidade do "tudo é debativel" persiste, o rigor cai por terra e dá lugar ao caos que é um dos responsáveis pela situação actual do país.
Portanto, o dr Alberto João Jardim pos um dedo na ferida.. Muita gende não sabe Matemática!
Politiquices à parte, de facto o dr. Alberto João Jardim tem alguma razão. Muitos números são diariamente publicados e mal interpretados por imensa gente de várias áreas.
Mesmo no que diz respeito à dívida da Madeira.
E como a mentalidade do "tudo é debativel" persiste, o rigor cai por terra e dá lugar ao caos que é um dos responsáveis pela situação actual do país.
Portanto, o dr Alberto João Jardim pos um dedo na ferida.. Muita gende não sabe Matemática!
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