- Preparar novas fichas de trabalho para as explicações
- Actualizar tabelas de preços e regulamentos para explicações para o novo ano lectivo
- Escrever código para os blogs (vão ter de esperar para ver...) e página pessoal (que já não está alojada no sapo...)
- Escrever código para calculadoras ( no ano lectivo 2016/2017 vou me dedicar às da foto, e TI83plus/84plus)
- Explicações época de Setembro
- Colocar anuncios online
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Regresso de férias...
Regressando de férias, o que não me falta é trabalho:
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Estou de férias até Segunda. Até lá os posts serão mais irregulares do que o habitual.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
A necessidade de desistir
Esta cultura do "nunca desistir" está na raiz de muitos extremismos actuais.
Há que saber quando se deve fechar uma porta e procurar outra.
Se nos sentarmos a fazer zapping pelos canais de notícias, percebemos que muita coisa está mal neste planeta.
Quando vejo aqueles "tipos malucos" que entram de pistola e começam a matar em escolas ou universidades norte-americanas, eu não duvido que muitas vezes não haja pelo menos uma pessoa que tenha tido "o que merecia".
As outras são "danos colaterais".
Não seria melhor para todos que esses "tipos malucos" tivessem desistido? Ou que hovesse algum racionalismo na situação que despoletou tudo aquilo?
No caso das Universidades há ali pessoas que nunca viveram "no mundo real". Que estão no mundo académico desde que eram alunos e passaram a professores. Não têm grande noção da vida dos alunos que têm, e complicam-lhes desnecessariamente as vidas. Isso acontece em todo o planeta!
Não me venham dizer que o professor tem sempre razão. O professor é um ser humano como todos os outros, e portanto, alguém que comete erros! Eu fui obrigado a desistir de um 2º mestrado exactamente por perceber que erros que não eram meus iriam me obrigar a perder no mńimo mais dois anos!
Quando se tem um professor que "não joga com o baralho todo" em regime tutorial,ou como passei a chamar desde essa altura, regime "torturial", não importa se somos bons ou não, nem a (ir)racionalidade da avaliação, que pode muito facilmente ser sabotada...
Lembra-me aquela anedota sobre um professor de História que levou três alunos a prova oral mas não queria que o terceiro passasse.
Ao primeiro pergunta em que ano terminou a segunda guerra mundial.
O aluno responde 1945 e passa a cadeira.
Ao segundo pede um número aproximado dos judeus que morreram nessa guerra
O aluno responde seis milhões e passa a cadeira.
Ao terceiro, o professor pede os nomes desses judeus.
O aluno olha para o professor e pergunta "Tenho de dar os nomes dos seis milhões?"
O professor responde, "Não! De aproximadamente seis milhões! E não me responda com perguntas."
O aluno desiste...
Estas situações não são mito... Tive quem me dissesse duas vezes na cara e desse a entender uma vez por email que só me faria um exame para eu chumbar.
Se o sistema permitiu e permite que estes "profissionais" continuem no activo, eu recuso-me a gastar o meu tempo, saúde e dinheiro. Nestes casos, mais vale desistir, e dar a conhecer a situação.
Por isso é que não me calo sobre o assunto aqui no blog.
Peço desculpa se sou chato, mas aqui será sempre assunto!
Tenho 38 anos. Não vou voltar a perder tempo com mesquinhices académicas. Não preciso de títulos para provar que sei Matemática. Não preciso de cursos para aprender... Passo imenso tempo agarrado a livros, cálculos e a fazer simulações (no fundo, por esses novos conhecimentos à prova).
"Desistir nunca"? tenham juizo. Vejam o que será sacrificado, e avaliem se vale mesmo a pena...
Desistir não é crime. É sinal que se percebeu que há outros rumos que podem ser tomados, mesmo que não os vejamos no momento.
No meu caso em particular, os anos mostraram-me que desistir do mestrado na fctunl foi uma boa decisão. Estava a ser vítima de sabotagem, e não me refiro apenas à minha saúde.
Há muitos tipos malucos sobre este planeta. Muitos não são inofensivos... Assim sendo, não se justifica que os desistentes sejam tratados como a ralé da sociedade...
Recordo que alguns homens de sucesso actuais desistiram, por exemplo de cursos superiores...
E já agora, não está nos meus planos desistir de me opor ao maldito Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (E se a CPLP volta a propor algo do género, Portugal não comete crime nenhum em abandonar essa CP"LP").
Poderia continuar a falar sobre o assunto... mas por hoje não me apetece. Vou apanhar pokémons.
Até à próxima.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Eu não sou o Dumbo. Sou o Matemaníaco!
Nas redes sociais, espalham-se muitas "ideias feitas" e muitas modas.
Há muitas que não gosto, e algumas que até me incomodam.
No fundo, contribuem para aquela ideia que tenho há muito, e não devo ser só eu a tê-la:
Uma pessoa é inteligente. Uma multidão é estúpida.
Hoje à tarde, enquanto esperava pelo meu irmão, estive a navegar pelos muitos posts e imagens que tinha no meu feed de notícias.
Imensos a incentivar o "desistir nunca" e outras coisas do mesmo género. Mas que raio de moda!!!
Afinal, é assim tão mau desistir?
Desistir pode não ser sinal de fraqueza.
Pode ser sinal de que se percebeu que em certas condições não vale a pena continuar!
Recordei uma das minhas mais caras desistências.
Recordei que em 2008, alguém que não me conhecia de lado nenhum, nem sequer deste blog (ok nem da versão anterior deste blog), me atirou para a cara:
"Tu já desististe de um mestrado.
Se desistes deste não és aceite em mais lado nenhum.
Vais fazer o que eu quero como eu quero."
Quem era este idiota que não me conhecendo de lado nenhum me chantageou por ter desistido?
Sabe lá ele quais foram as minhas razões.
E QUAL É O PROBLEMA DE DESISTIR?
Sabia ele que esse mestrado saiu na totalidade DO MEU BOLSO que agora está vazio?
Eu iria irracionalmente investir num mestrado, perder tempo e dinheiro e desistir sem boas razões?
Qual é o problema de uma pessoa desistir?
Chantagem?
Um dia, após um internamento fartei-me das chantagens, e das condições impossíveis de trabalho. Larguei tudo.
Sem nada no bolso... decidi regressar à Madeira.
Não valia a pena continuar num sítio que permitiu que aquilo acontecesse, hipotecar o resto da minha saúde física e financeira...
Então, no meu smartphone escrevi a mensagem que se segue:

Um exemplo disparatado tira o peso dramático do texto, sem lhe tirar a validade.
Posso nunca vir a ser mestre, nunca terei doutoramento...
Sendo humano e vivendo no mundo real, certamente não serei o Dumbo.
Sou e serei sempre e apenas, o Matemaníaco Carlos Paulo, que de vez em quando vem aqui escrever umas CarlosPaulices... no século XXI.
Há muitas que não gosto, e algumas que até me incomodam.
No fundo, contribuem para aquela ideia que tenho há muito, e não devo ser só eu a tê-la:
Uma pessoa é inteligente. Uma multidão é estúpida.
Hoje à tarde, enquanto esperava pelo meu irmão, estive a navegar pelos muitos posts e imagens que tinha no meu feed de notícias.
Imensos a incentivar o "desistir nunca" e outras coisas do mesmo género. Mas que raio de moda!!!
Afinal, é assim tão mau desistir?
Desistir pode não ser sinal de fraqueza.
Pode ser sinal de que se percebeu que em certas condições não vale a pena continuar!
Recordei uma das minhas mais caras desistências.
Recordei que em 2008, alguém que não me conhecia de lado nenhum, nem sequer deste blog (ok nem da versão anterior deste blog), me atirou para a cara:
"Tu já desististe de um mestrado.
Se desistes deste não és aceite em mais lado nenhum.
Vais fazer o que eu quero como eu quero."
Quem era este idiota que não me conhecendo de lado nenhum me chantageou por ter desistido?
Sabe lá ele quais foram as minhas razões.
E QUAL É O PROBLEMA DE DESISTIR?
Sabia ele que esse mestrado saiu na totalidade DO MEU BOLSO que agora está vazio?
Eu iria irracionalmente investir num mestrado, perder tempo e dinheiro e desistir sem boas razões?
Qual é o problema de uma pessoa desistir?
Chantagem?
Um dia, após um internamento fartei-me das chantagens, e das condições impossíveis de trabalho. Larguei tudo.
Sem nada no bolso... decidi regressar à Madeira.
Não valia a pena continuar num sítio que permitiu que aquilo acontecesse, hipotecar o resto da minha saúde física e financeira...
Então, no meu smartphone escrevi a mensagem que se segue:

Um exemplo disparatado tira o peso dramático do texto, sem lhe tirar a validade.
Posso nunca vir a ser mestre, nunca terei doutoramento...
Sendo humano e vivendo no mundo real, certamente não serei o Dumbo.
Sou e serei sempre e apenas, o Matemaníaco Carlos Paulo, que de vez em quando vem aqui escrever umas CarlosPaulices... no século XXI.
Etiquetas:
CarlosPaulices puras,
Coisas da vida,
divagações,
Facebook,
Kobayashi Maru
terça-feira, 16 de agosto de 2016
http://fenixdoatlantico.blogspot.pt/2016/08/incendios-que-queimam-mitos.html
Desconheço a veracidade do texto publicado.
Condeno publicamente todo e qualquer aproveitamento político de qualquer catástrofe na Madeira
Também condeno o facto de não haver na região melhores formas de combate aos fogos. Estamos no século XXI, caramba!
Desconheço a veracidade do texto publicado.
Condeno publicamente todo e qualquer aproveitamento político de qualquer catástrofe na Madeira
Também condeno o facto de não haver na região melhores formas de combate aos fogos. Estamos no século XXI, caramba!
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
CarlosPaulices temáticas?
Etiquetas:
CarlosPaulices puras
Subscrever:
Mensagens (Atom)





