segunda-feira, 29 de julho de 2019

Missão: Impossível


Abrir um canal youtube numa altura em que ninguém me considera interessante...
Eu também quero ganhar uns milhões e mudar de vida!

sábado, 27 de julho de 2019

A regra de Chain (III): Criando vigaristas


Numa instituição de ensino superior é suposto cada professor ser especialista da área que lecciona, certo?
Falso.
O episódio "A regra de Chain" foi apenas o n-ésimo que me mostrou que isso não é assim.
Vi imensos, e ano após ano continuo a vê-los. Até piores!
Desde o transmitir conhecimentos errados com o arrogante ar "eu é que sei" (o 'inexistente ponto fixo do cosseno', ' não existe uma bijecção entre o conjunto dos reais e dos complexos', conjuntos que são equipotentes...), a afirmações que prefiro não repetir, mas que constam deste blog. (Não há penalização para a incompetência?)
Um professor a usar designações e notações erradas, mostra que não é pessoa da área, e que não fez o trabalho de casa como devia ser!
Não se corrigir nesse tipo de erros é bastante grave, não emitir sequer um pedido de desculpas só comprova o pior cenário: é um vigarista!
Perceber que a resolução de um exercício feita por um professor é a pior possível, mostra também que o professor nem se deu ao trabalho de pensar naquilo antes...
Por vezes os alunos trazem-me questões que dependem de outras, ou de dados que constam do enunciado mas sem me trazer o enunciado (ver este post do meu outro blog).
Neste momento a minha filosofia é: ou trazem-me o enunciado completo, ou não quero saber!
Trazendo enunciados completos, a montanha pariu um rato! Há enunciados com erros! Que alegadamente não são corrigidos!

Em explicações tenho também a filosofia "quem está a dar as notas é que manda"...
Mas as pessoas têm o direito a saber que estão a ser vigarizadas!
Por vezes digo mesmo "fazes assim para fazer a cadeira, porque é isto que tens na sebenta/apontamentos/email-resposta, mas a forma correcta, se trabalhares fora da cadeira, é esta..."
E mostro porque é aquilo está mal e mostro, de algumas fontes de confiança, a forma correcta...
"Ensinar errado" é criminoso. Há quem o faça há mais de 20 anos... ninguém é perfeito, mas há pessoas que abusam na "imperfeição".

Nos meus tempos de  docente no ensino superior eu 'recusei' por algumas vezes algumas cadeiras, porque não sou vigarista, ou não me apetecia trabalhar com vigaristas.
Até ao dia em que ouvi a infeliz frase
"O Carlos Paulo só serve para dar aulas de word,excel, powerpoint".
 ( mesmo assim, ... sabem o que é ter de avaliar 50 alunos tendo apenas 5 computadores funcionais? ).
Não sou funcionário Microsoft. Até sou contra que se ensine a usar software proprietário porque significa estar a criar clientes para uma companhia!
Foi a gota de água.
Nesse dia, deixei de usar Windows, e decidi abandonar definitivamente aquele sítio.

Não saber dizer "não" é um belo 1º passo na criação de vigaristas.
Não fazer correctamente o trabalho de casa, um segundo...
Impor uma cadeira a um docente... é prepotência, e mais não digo.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Cobardes Metáforas

Emojis. Smileys. Hieroglifos.
Deixam-se de usar palavras.
Camuflando que não se sabe escrever.
Impõe-se um "acordo".
Para facilitar a vida a quem não sabe nem quer saber.
Cegos e orgulhosos idiotas, que se recusam a admitir um erro.
Chamam evolução, desconhecendo que a evolução é natural e não imposta.

Um tapete para debaixo do qual se varreu o respeito por várias nações.

Tal como um smiley não é um sorriso,
Um emoji não são palavras.
Quero ler. Quero ouvir a tua voz.
Posso até querer ver-te sorrir.
Saber que é verdade, e não uma ilusão.
"Quero"... O universo quer lá saber o que eu quero.
E vai permitindo estas cobardes metáforas,
mostrando-me a minha cruel insignificância.
Mostrando-me que de facto, sou Ninguém.

Carlos Paulo

terça-feira, 23 de julho de 2019

Mais inteligente do que pareço.


Hoje foi um daqueles dias em que passei praticamente sozinho.
Enviei algumas mensagens... piadas.
Habituei-me ao facto de que sou uma daquelas pessoas que não convidam porque posso ir, ou convidam porque sabem que eu não vou.

Não respondem às minhas mensagens porque sabem que eu posso responder de volta.
Bem, um bom dia para reescrever a pior dedução possível para a fórmula do operador laplaciano em coordenadas esféricas (ou, como se diz em inglês, "polar spherical coordinates")....
Sou uma pessoa aborrecida... se calhar pior do que algumas que conheci.

Como os meus explicandos sabem que sou uma pessoa que goza com tudo, até comigo próprio... riem-se. Ignoram que isto é bem verdade.

Lembro-me de um dia ter ido parar às urgências do Garcia Orta com um relatório médico da minha muito específica situação, e o médico, à minha frente ir dizendo que cada linha do relatório era treta.
Há pessoas que devem gostar de fazer as outras sentirem-se bem mal.
"Quem foi o idiota que escreveu isto?" - Perguntou-me...
Pensou que eu era um drogado qualquer que ia lá buscar qualquer coisa.
Tive de o convencer eu próprio a fazer-me análises.
E só me levou a sério quando chegaram os resultados.

Não foi inédito... nos anos 90, durante a minha licenciatura, tive episódios de desmaios na rua. Fui parar às urgências, e fui sempre "despachado".

Até ao dia em que acordei com umas dores tão fortes, fui parar às urgências, mas desta vez tive sorte com quem me atendeu... Não sei se a sorte foi assim tão grande. Fiquei hospitalizado 4 semanas... Inicialmente sem visitas, num quarto isolado.

Acho que deve ser difícil compreender o que é ter um problema de saúde que nos deixa constantemente cansados, e que consegue afectar o nosso aspecto físico.

Com o passar do tempo e o aumentar das situações tive de tomar as decisões: Não ficar onde não me querem ou onde percebo que vou ser prejudicado...ou injustiçado.
Evitar pessoas com a "p*** da mania".
Estou tão farto de pessoas com má vontade.


Sabem... "mais vale só do que mal acompanhado".
Eu não vou insistir se não há lugar para mim. Estou cansado. Muito cansado.
Fico sozinho com os meus balões.

E quem abusa da minha boa vontade, um dia leva cartão vermelho...
Porque eu também preciso de paz.

Sabem? Eu sou mais inteligente do que pareço, percebo melhor do que pensam.
Não gosto da hipocrisia do "políticamente correcto".
Não estás para me aturar? Não me atures... vai-te embora.

Acho que vou para ali reescrever a dedução da fórmula do laplaciano em coordenadas esféricas.  Tentei reescrever em papel, mas a primeira versão foi para o lixo porque quando percebi que não estava a dar o que devia, encontrei um disparate.

Sabem o que é que ainda tem mais piada?
Isto é um blog na Internet.
Mas ninguém lê! É tão seguro como um diário pessoal!

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Foi-se...

No passado sábado, deixei no blog Zonα ExaCt4 o post  O operador Laplaciano em coordenadas polares e em coordenadas esféricas .
Hoje aquilo tem 6 likes. Deve ser dos posts com menos likes... principalmente porque aquilo é só regras de derivação de um lado para o outro.

Se forem lá ver, não deixei um botão com a dedução da fórmula do laplaciano em coordenadas esféricas.

Porquê?

Os textos do blog Zonα ExaCt4 são escritos numa mistura de LaTeX com html que depois é pré-processado por um software chamado MathJax.
Ora, não o costumo fazer directamente no blog. A grande maioria costuma ser escrita em ficheiros .php testado com antecedência no meu computador.

As deduções das fórmulas em coordenadas polares e em coordenadas esféricas foram feitas em ficheiros .php separados.

Bem, eu tenho a bateria do meu portátil descalibrada. Descobri... durante a reescrita do texto! Enquanto fazia algumas modificações à dedução da fórmula em coordenadas esféricas o computador desligou-se.

Quando voltei a ligar o computador e abri o ficheiro com a dedução da fórmula em coordenadas esféricas... o ficheiro estava VAZIO.

Isto nunca tinha me acontecido. Tenho tentado várias das minhas ferramentas de recuperação de dados em partições ext (eu uso linux), mas já percebi que se eu tivesse reescrito a dedução (que por acaso não é muito pequena), era bem mais rápido.

Portanto, vou reescrever a dedução ...com o computador ligado à corrente. E depois investigar como recalibro a bateria. Porque aquilo alegadamente estava nos 80% quando se desligou.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Um ano...

Compreendo os meus pesadelos.
Faz hoje exactamente um ano...
Ás vezes pergunto-me mesmo sobre o que ando eu a fazer por aqui.

Fechei Instagram, perdi os meus sites. A Internet parece que não me quer.
Fiquei sem explicandos.
Já me bloquearam uma vez no facebook por uma piada, a meu ver ainda hoje, inofensiva.
Eu sempre soube que sentido de humor não é para todos.

Ainda tenho facebook, só porque preciso mesmo dele.
É o único sítio por onde ainda comunico com professores e arranjo material.
Contactei as editoras... à excepção da Santillana, nenhuma me dá qualquer tipo de apoio por eu não dar aulas numa escola.

Se eu não partilhar um link no face, ninguém lê os meus posts neste blog.
Podem usar este post para confirmar o que digo.
Aquele 1 like/gosto é porque este post está partilhado numa página sem fãs: a página deste blog!
(A sério! Este blog tem menos fãs do que eu!)
Como eu não vou partilhar em mais lado nenhum, aquele número não deve aumentar.

Eu não quero dar aulas numa escola! Eu e a minha saúde precisamos de paz.

Um ano ...sem Instagram... eu não sou de ficar onde não me querem, e o Instagram não me quis.
Chegou a altura de avançar com o meu canal Youtube.
Este blog recusa-se a utilizar o Acordo Ortográfico de 1990